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	<title>Cinema O Rama &#187; Oscar 2009</title>
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		<title>O Grupo Baader Meinhof</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 19:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Oscar 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[Após um conturbado período com Adolf Hitler no poder, a Alemanha passou entre 1967 e 1977 um... <a href="http://www.cinemaorama.com/2009/07/o-grupo-baader-meinhof/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SmtdczhpUFI/AAAAAAAACek/XoaUDysS33c/s1600-h/grupobaadermeinhof.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362482530763755602" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 128px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SmtdczhpUFI/AAAAAAAACek/XoaUDysS33c/s400/grupobaadermeinhof.JPG" border="0" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Após um conturbado período com Adolf Hitler no poder, a Alemanha passou entre 1967 e 1977 um período intenso de manifestações que o diretor Ule Edel (<em>Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada e Prostituída</em>) retrata em <em>O Grupo Baader Meinhof</em>, filme indicado ao Oscar deste ano na categoria melhor filme estrangeiro. Este grupo era liderado pela jornalista Ulrike Meinhof e por Andreas Baader. Esta liderança parte da sugestão do nome do grupo e de fatos históricos, pois na obra de Edel existe um sério problema para posicionar os personagens na trama.</p>
<p style="text-align: justify;">As manifestações eram contra a política de direita encabeçada pelo capitalismo genuinamente norte americano. Contra a exploração de outros países com fins financeiros, esses atos de liberdade na Alemanha cresceram com tamanha intensidade &#8211; e brutalidade &#8211; que o diretor se confunde em retratar os manifestantes como mitos, mas sem uma proximidade maior e pelo excessivo número de personagens a ganhar foco, assim expandindo essa sensação de liderança e criando uma abstrata idéia de importância de cada integrante para o grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">De rebeldes a terroristas, o grupo Baader Meinhof é acompanhado pela estética documental em momentos mais explosivos, emocionalmente falando. Os momentos de ação são construídos no extremo oposto. A aposta funcionaria se Edel não trocasse os pés pelas mãos por transformá-los em um espetáculo tendencioso. Nessas idas e vindas, o filme mostra que falta senso rítmico, numa narrativa tão linear que a saturação do tema é inevitável.</p>
<p style="text-align: justify;">A obra de Edel tem qualidades, principalmente em mostrar a ousadia do grupo, mesmo atrás das grades, mas não preza pela originalidade num assunto bem conhecido pelo cinema alemão,nos últimos anos. <em>O Grupo Baader Meinhof</em> tem seus bons momentos, mas se firma como um pobre romance na fascinação pela rebeldia sem maiores reflexões.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Smteho3K5iI/AAAAAAAACes/qrgTKNkrXo0/s1600-h/2star.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362483713312220706" class="alignleft" style="border: 0pt none; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 67px; height: 15px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Smteho3K5iI/AAAAAAAACes/qrgTKNkrXo0/s400/2star.jpg" border="0" alt="" width="67" height="15" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #666666;font-family:arial;"> <strong>O GRUPO BAADER MEINHOF</strong> (Der Baader Meinhof Complex, Alemanha/França/República Tcheca, 2008)</span><span style="color: #666666;font-family:arial;"><span style="font-weight: bold;"> Direção</span>: Ule Edel</span> <span style="color: #666666;font-family:arial;"><span style="font-weight: bold;">Roteiro</span>: Bernd Eichinger</span><span style="color: #666666;font-family:arial;"><span style="font-weight: bold;"> Elenco</span>: Martina Gedeck, Moritz Bleibtreu, Johanna Wokalek, Nadja Uhl</span> <span style="color: #666666;font-family:arial;"><span style="font-weight: bold;">Duração</span>:150 min.</span></div>
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		<title>Entre os Muros da Escola</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 04:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo da posição étnica, dos estrangeiros e de como o convívio pode levar ao intenso caos... <a href="http://www.cinemaorama.com/2009/04/entre-os-muros-da-escola/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SktReTOFVEI/AAAAAAAACGA/x1h8xpcmwaw/s1600-h/caoscalmo.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 140px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SktReTOFVEI/AAAAAAAACGA/x1h8xpcmwaw/s400/caoscalmo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353462163057235010" border="0" /></a><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >Um estudo da posição étnica, dos estrangeiros e de como o convívio pode levar ao intenso caos dentro de uma escola, esse é o que podemos considerar de <span style="font-style: italic;">Entre os Muros da Escola</span>, filme vencedor da palma de Cannes no ano passado. Logicamente, existem inúmeros “filmes de professor”, mas a construção deste é completamente diferente, como se fossemos um aluno daquela conturbada classe, não uma aventura com final feliz como <span style="font-style: italic;">Mentes Perigosas</span> ou um drama de um professor como em <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/recomendao-da-casa-half-nelson.html"><span style="font-style: italic;">Half Nelson</span></a>.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >Infelizmente, não fugimos dos clichês de personagens, mas na verdade somos todos vítimas dos estereótipos. Mas o que importa ao diretor Laurent Cantet é captar o cotidiano de uma escola, o que leva aos alunos a explodirem dentro da sala de aula, mas sem apelos e sem levar nosso conhecimento para fora da sala de aula. Não acompanhamos a vida dos professores e muito menos dos alunos fora do colégio. Portanto, não existe uma conclusão clara vinda da tela. Mas, na verdade, que conclusão podemos tirar do cotidiano, como meros espectadores?</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >O professor François Marin, interpretado pelo professor (sim, professor que escreveu o roteiro do filme também) François Begadeau está em uma gangorra emocional e se vê obrigado a segurar as pontas com os alunos e de também não fugir de suas obrigações como professor. Muitas diferenças de costumes existem entre os alunos e isso serve para mais desentendimentos em longos diálogos formais, nos aproximando dos personagens. O que nos cola de vez  é o modo frio que Cantet sua a câmera. Ele nos coloca ali, parados, estáticos, sem nenhuma ousadia, somente o uso de cortes nos fa</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >z lembrar que estamos acompanhando um filme.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >Essa abordagem crua é inteligente, mas também cansa, pois por duas horas, não existe uma mudança do que foi sugerido. Mas deixa mais explícito que relações intensas como as de professores e alunos devem ser medidas como uma moeda, não por pelo julgamento mais óbvio, vindos daqueles que se julgam mais sábios e que parece ser uma bomba, prestes a explodir.</span></p>
<p><span style="font-size:100%;"><a style="font-family: arial;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Sd7MUiusZ9I/AAAAAAAABpc/5tC4jtVO0BA/s1600-h/3half.gif"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 67px; height: 15px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Sd7MUiusZ9I/AAAAAAAABpc/5tC4jtVO0BA/s400/3half.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322916462890608594" border="0" /></a></span></p>
<p><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;font-size:100%;"  ><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Entre os Muros da Escola</span> (Entre Les Murs, França 2008)</span></span></span><br /><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;font-size:100%;"  ><span style="font-weight: bold;">Direção:</span> Laurent Cantet</span> </span></span><br /><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;font-size:100%;"  ><span style="font-weight: bold;">Roteiro:</span> François Begadeau</span> </span></span><br /><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:verdana;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;font-size:100%;"  ><span style="font-weight: bold;">Elenco:</span> François Begadeau, Nassim Amrabt, Laura Baquela, Juliette Demaille</span> </span></span><br /><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;font-size:100%;"  ><span style="font-weight: bold;">Duração:</span> 124 min</span></span></span></div>
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		<title>And the Oscar goes to&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 04:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[Previsível? Sim, mas com o seu charme habitual, a octagésima primeira premiação do Oscar... <a href="http://www.cinemaorama.com/2009/02/and-the-oscar-goes-to/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SaI8PRKC_WI/AAAAAAAABYc/K9WfZUxFn-c/s1600-h/slumdog.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 216px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SaI8PRKC_WI/AAAAAAAABYc/K9WfZUxFn-c/s320/slumdog.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5305869543997111650" border="0" /></a><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:verdana;">Previsível? Sim, mas com o seu charme habitual, a octagésima primeira premiação do Oscar confirmou o favorítismo de <span style="font-style: italic;">Quem Quer Ser um Milionário?</span>, levando o prêmio de melhor filme e Danny Boyle de melhor diretor e papando outros prêmios técnicos, totalizando oito estatuetas para Boyle. Entre o cinema autoral e superproduções, a academia preferiu ficar no meio do caminho.</p>
<p>Outros favoritos também levaram a estatueta como Penélope Cruz por seu papel em <span style="font-style: italic;">Vicky Cristina Barcelona</span> &#8211; que não esqueceu de mandar um recado para o seu país &#8211; e o prêmio póstumo para Heath Ledger por <span style="font-style: italic;">Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</span>, filme que foi praticamente ignorado em outras categorias. A festa rendeu bons momentos como as perfomances de Hugh Jackman, Jack Black e seus ácidos comentários, Ben Stiller tirando um sarro de Joaquim Phoenix, De Niro falando sobre Sean Penn (mesmo parado como uma estátua, ele seria um &#8216;highlight&#8217;!) e o emocionado discurso de Kate Winslet ao levar o prêmio de melhor atriz por <span style="font-style: italic;">O Leitor</span>, derrotando Meryl Streep, provavelmente essa a maior surpresa da noite, junto com o prêmio dado a Sean Penn por <span style="font-style: italic;">Milk &#8211; A Voz da Igualdade</span>, derrotando o favorito Mickey Rourke, mas sem deixar uma menção honrosa ao ator por sua ótima atuação em <span style="font-style: italic;">O Lutador</span>. Já David Fincher não escondia sua cara de desaprovação por levar apenas três prêmios das treze indicações que seu filme <span style="font-style: italic;">O Curioso Caso de Benjamin Button</span><span style="font-weight: bold;"> </span>ganhou, no caso, as mais óbvias. Outro que levou apenas o prêmio mais óbvio foi o ótimo <span style="font-style: italic;">Wall-E</span>.</p>
<p>Talvez a melhor parte do Oscar seja conferir os indicados, com um tempo de antecedência, um por um, todos com alto nível de qualidade, sempre proporcionando um início de ano com ótimas surpresas e boas sessões. Muitas injustiças são cometidas pela academia, é verdade, mas convenhamos que é uma decisão difícil de tomar entre várias obras de nível altíssimo de qualidade. Que venha 2010!</p>
<p>Confira a lista dos vencedores e links com as resenhas aqui postadas:</p>
<p><span style="font-weight: bold;">MELHOR FILME</span> &#8211; <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/slumdog-millionaire.html">Quem Quer Ser um Milionário?</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR ATOR</span> &#8211; Sean Penn por <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/milk-voz-da-igualdade.html">Milk &#8211; A Voz da Igualdade</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR ATRIZ</span> &#8211; Kate Winslet por <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/02/o-leitor.html">O Leitor</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR DIRETOR</span> &#8211; Danny Boyle por <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/slumdog-millionaire.html">Quem Quer Ser um Milionário?</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR FILME ESTRANGEIRO</span> &#8211; Departures (Japão)<br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR CANÇÃO ORIGINAL</span> &#8211; &#8220;Jai Ho&#8221; de <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/slumdog-millionaire.html">Quem Quer Ser um Milionário?</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR TRILHA ORIGINAL</span> &#8211; </span></span><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:verdana;"><a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/slumdog-millionaire.html">Quem Quer Ser um Milionário?</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR EDIÇÃO</span> &#8211; </span></span><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:verdana;"><a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/slumdog-millionaire.html">Quem Quer Ser um Milionário?</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR MIXAGEM DE SOM</span> &#8211; </span></span><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:verdana;"><a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/slumdog-millionaire.html">Quem Quer Ser um Milionário?</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR EDIÇÃO DE SOM</span> &#8211; <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2008/07/novos-tempos.html">Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHORES EFEITOS VISUAIS</span> &#8211; <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/o-curioso-caso-de-benjamin-button.html">O Curioso Caso de Benjamin Button</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR CURTA (DOCUMENTÁRIO)</span> &#8211; Smile Pinki<br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR DOCUMENTÁRIO</span> &#8211; <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/02/homem-equilibrista.html">Homem Equilibrista</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR ATOR COADJUVANTE</span> &#8211; Heath Ledger por <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2008/07/novos-tempos.html">Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR CURTA</span> &#8211; Toyland<br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR FOTOGRAFIA</span> &#8211; </span></span><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:verdana;"><a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/slumdog-millionaire.html">Quem Quer Ser um Milionário?</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR MAQUIAGEM</span> &#8211; <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/o-curioso-caso-de-benjamin-button.html">O Curioso Caso de Benjamin Button</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR FIGURINO</span> &#8211; A Duquesa<br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR DIREÇÃO DE ARTE</span> &#8211; <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/o-curioso-caso-de-benjamin-button.html">O Curioso Caso de Benjamin Button</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR CURTA (ANIMAÇÃO)</span> &#8211; La Maison en Petits Cubes<br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR ANIMAÇÃO</span> &#8211; <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2008/07/corpo-novo-corao-velho.html">Wall-E</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR ROTEIRO ADAPTADO</span> &#8211; </span></span><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:verdana;"><a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/slumdog-millionaire.html">Quem Quer Ser um Milionário?</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR ROTEIRO ORIGINAL</span> &#8211; <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2009/01/milk-voz-da-igualdade.html">Milk &#8211; A Voz da Igualdade</a><br /><span style="font-weight: bold;">MELHOR ATRIZ COADJUVANTE</span> &#8211; Penélope Cruz por <a href="http://cinema-o-rama.blogspot.com/2008/11/que-woody-allen-um-gnio-todos-sabem.html">Vicky Cristina Barcelona</a><br /></span></span><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:verdana;"><br /></span></span></p>
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		<title>Rio Congelado</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 13:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2008]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos minutos iniciais de Rio Congelado, o que podemos tirar deles é a imagem da decadência. Essa... <a href="http://www.cinemaorama.com/2009/02/rio-congelado/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Skt0MOBg2GI/AAAAAAAACIA/IORyQqoCTGA/s1600-h/thespirit.JPG"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 97px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Skt0MOBg2GI/AAAAAAAACIA/IORyQqoCTGA/s400/thespirit.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353500335331661922" border="0" /></a><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >Nos minutos iniciais de <span style="font-style: italic;">Rio Congelado</span>, o que podemos tirar deles é a imagem da decadência. Essa que está nas entrelinhas que correm por todo o filme. Pela objetiva direção de Courtney Hunt, a bruta edição e pela (quase total) ausência de trilha sonora, o filme sugere uma intensa reflexão.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >Perto da fronteira dos Estados Unidos com o Canadá e próxima do território dos índios Mohawk é onde Ray Eddy (Melissa Leo) mora com seus dois filhos. Recém abandonada pelo marido viciado em jogos, que fugiu com o dinheiro que faltava para pagar a última parcela de uma nova casa, ela se vê sem saída. </span><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >É algo que estamos acostumados a ver no cinema nacional, elevado a centésima potência dramática, recheado de lágrimas ou tiros. Aqui vemos o oposto, mesmo que Ray tenha que partir para uma atividade ilegal para manter suas contas pagas, por acidente.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >Enquanto a decadência continua a seguir toda aura do filme, atormentada pelas pressões diárias e do risco de suas atividades junto com a índia Lila (Misty Upham) em uma relação de ódio e interesse, a vida segue. No silêncio, o constrangimento realçado pelas brilhantes atuações. O constrangimento é onipresente, pelas obrigações do cotidiano e pelas regras de sobrevivência criadas.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >O natal se aproxima e mais obrigações familiares estão por vir, Ray necessita de dinheiro e de mais riscos. Aos poucos a relação com Lila é retalhada pela submissão das necessidades. Rio Congelado é nada mais que a decadência pela luta de uma sobrevivência que vai contra qualquer comodidade, que surge apenas quando o sonho imposto é realizado.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >Ray e Lila por mais que mantenham a distância entre dois abismos na relação, possuem algo em comum, o que é o suficiente para uma identificação e para uma ajuda, mas que parece uma grand</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >e falha no roteiro, que foi escrito também pela diretora. Esta que mantém sua objetiva direção por todo o filme, mas que mostra uma falta de ousadia para se alongar em planos ou de movimentar sua câmera.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >Fica para o espectador o ato de julgar, já que todos os fatos e lados são mostrados pela diretora sem colocar os personagens em alguma posição fixa. Rio Congelado é um filme que funciona que tem seu rot</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >eiro realçado por boas atuações – ambas as atrizes foram indicada ao Oscar – mesmo com pequenas falhas e a falta de ousadia, ele faz o que é mais importante para o cinema: Sugere uma reflexão durante e após o filme.</span></p>
<p><span style="font-size:100%;"><a style="font-family: arial;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SZ1dkMw6DHI/AAAAAAAABVE/AS7b4OpBWb4/s1600-h/3half.gif"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 67px; height: 15px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SZ1dkMw6DHI/AAAAAAAABVE/AS7b4OpBWb4/s400/3half.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304498812595342450" border="0" /></a></span></p>
<p><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;font-size:100%;"  ><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Rio Congelado </span>(Frozen River, EUA 2008)</span></span></span><br /><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;font-size:100%;"  ><span style="font-weight: bold;">Direção</span>: Courtney Hunt</span></span></span><br /><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;font-size:100%;"  ><span style="font-weight: bold;">Roteiro:</span> Courtney Hunt</span></span></span><br /><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;font-size:100%;"  ><span style="font-weight: bold;">Elenco:</span> Melissa Leo, Misty Upham, Charlie McDermontt, Mark Boone Junior.</span></span></span><br /><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:arial;font-size:100%;"  ><span style="font-weight: bold;">Duração</span>: 97 min.</span></span></span></div>
<p><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"><br /></span></span></p>
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		<title>Valsa com Bashir</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 22:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Festival do Rio 2008]]></category>
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		<description><![CDATA[Não é a toa que esse filme virou sensação por todos festivais que passou e nem por ser... <a href="http://www.cinemaorama.com/2009/02/valsa-com-bashir/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Skt0gn_toCI/AAAAAAAACII/SIySKLzq-RU/s1600-h/thespirit.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353500685900816418" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 97px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Skt0gn_toCI/AAAAAAAACII/SIySKLzq-RU/s400/thespirit.JPG" border="0" alt="" /> </a>
<p>Não é a toa que esse filme virou sensação por todos festivais que passou e nem por ser favorito a levar o Oscar de melhor filme estrangeiro. O aspecto visual de Valsa com Bashir é absurdo e surpreendente. E por se tratar de uma animação a partir de desenhos feitos a mão e fusão de 2-D e 3-D o choque é ainda maior. Tanta beleza e proximidade com a realidade para contar uma história que só pode ser apagada pelos traumas do passado.</p>
<p>A base do filme é a memória. São os massacres ocorridos na guerra do Líbano em 1982 que aterrorizam até hoje. Quando um ex-soldado resolve retomar suas memórias da guerra a partir de um papo com outro companheiro de exército, ele começa a ser perseguido pelo mesmo sonho e vai atrás de quem esteve na guerra para ocupar em sua mente o que a memória fez questão de apagar. Os traumas da guerra apagaram para muitos o que aconteceu naqueles dias.</p>
<p>Infelizmente ele oscila bastante entre a ficção, por vezes acentuando a poesia em meio ao caos, com a narrativa documental, fazendo que tal indecisão leve o filme a oscilar também no ritmo. Entre a beleza do filme e sem peneirar a dor vinda da realidade vivida e a indecisão de qual caminho tomar, infelizmente o filme soa redundante ao colocar os fatos.</p>
<p>Com a redundância, o cansaço é automático e o choque da beleza vinda da tela não é mais o mesmo. Na espera do drama de algo tão profundo, temos o seu ápice: A valsa. Certamente o melhor momento do filme. Pena que ele não foi assim por toda sua duração.</p></div>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Skt0gn_toCI/AAAAAAAACII/SIySKLzq-RU/s1600-h/thespirit.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img class="alignleft size-full wp-image-1224" title="2star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2009/02/2star.jpg" alt="2star" width="67" height="15" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Skt0gn_toCI/AAAAAAAACII/SIySKLzq-RU/s1600-h/thespirit.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><strong><br />
</strong></a></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>VALSA COM BASHIR</strong> (Vals Im Bashir, Israel/Alemanha 2008) <strong>Direção: </strong>Ari Folman <strong>Roteiro:</strong> Ari Folman <strong>Elenco:</strong> Ari Folman, Ronny Dayag, Dror Harazi, Ori Sivan. <strong>Duração:</strong> 86 min</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><br />
</span></div>
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		<title>O Casamento de Rachel</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 17:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pelo figurino de Kym, vivido por Anne Hathaway, temos certeza que ela é a ovelha negra da... <a href="http://www.cinemaorama.com/2009/02/o-casamento-de-rachel/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Skt08dHNHZI/AAAAAAAACIU/xe8QbPTwQJY/s1600-h/thespirit.JPG"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 399px; height: 146px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Skt08dHNHZI/AAAAAAAACIU/xe8QbPTwQJY/s400/thespirit.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353501164015787410" border="0" /></a><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >Pelo figurino de Kym, vivido por Anne Hathaway, temos certeza que ela é a ovelha negra da família. E sua volta para o <span style="font-style: italic;">Casamento de Rachel</span>, sua irmã, causa uma incômoda sensação pela casa, intensificada pelas atuações de um elenco afiado e pelo foco de ação e reação das emoções de cada personagem.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >Kym está em sua casa por poucos dias, pois terá que voltar para a clínica de reabilitação onde está int</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >ernada. Mas a volta da irmã trás fantasmas do passado para a convivência familiar, o que causam momentos embaraçosos e conflitos diretos entre Kym e Rachel. A tensão é tão grande que fica impossível criar uma imagem sólida de vilã e mocinha nesta relação. Entre este conflito repleto de remorso, inveja e traumas, estão os pais, separados, mas que servem como peças importantes para o filme.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >A direção de Jonathan Demme é peculiar, pois, ao mesmo tempo em que parece ser bastante inspirado pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dogma_95">Dogma 95</a>, no aspecto dos movimentos de câmera – que chegam a ser nauseantes por vezes – ausência de trilha e também por acusar uma história parecida &#8211; nas devidas proporções &#8211; com <span style="font-style: italic;">Festa de Família</span> de Thomas Vinterberg em seus primeiros minutos, ele também não abre mão de uma infra estrutura que não opta pelo acaso. O que é desfavorável, pois ficar em cima do muro não dá razão para justificar certas escolhas estéticas.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >Em situações específicas Kym tira seu manto pesado e parece ser aceita pela sua família em suas festividades. Mas não consegue fugir da sua eterna culpa e de criar momentos de intenso con</span><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >strangimento que vão desdobrando assuntos pesadíssimos. O que parecia não ter fim acaba por ter uma saída brusca, mudando o filme de ritmo por completo em seu epílogo, prolongando informações sem muita utilidade para a trama e uma resolução morna, que infelizmente tira algo positivo que o filme havia carregando desde o seu início.</span></p>
<p><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:100%;"  >No mais o filme garante bons momentos de aflição durante um possível acerto de contas por um meio trágico guiado por traumas, mas que escorrega ao apostar em saídas mais sóbrias, carregado pelas boas atuações, tanto que Hathaway foi indicada ao Oscar deste ano por sua atuação.</span></p>
<p><span style="font-size:100%;"><a style="font-family: arial;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SZmkYwpUo_I/AAAAAAAABTk/yWS3MyRVQh4/s1600-h/3star.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 67px; height: 15px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SZmkYwpUo_I/AAAAAAAABTk/yWS3MyRVQh4/s400/3star.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303450781487506418" border="0" /></a></span></p>
<p><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:100%;" ><span style="font-family:verdana;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:arial;font-size:100%;"  >O Casamento de Rachel</span><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"> (Rachel Getting Married, EUA 2008)</span></span></span></span></span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:100%;" ><span style="font-family:verdana;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:100%;"  >Direção:</span><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"> Jonathan Demme</span></span></span></span></span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:100%;" ><span style="font-family:verdana;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:100%;"  >Roteiro:</span><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"> Jenny Lumet</span></span></span></span></span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:100%;" ><span style="font-family:verdana;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:100%;"  >Elenco:</span><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"> Anne Hathaway, Bill Irwin, Rosemarie DeWitt, Mather Zickel.</span></span></span></span></span><br /><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:100%;" ><span style="font-family:verdana;"><span style="color: rgb(153, 153, 153);"><span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:100%;"  >Duração:</span><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"> 114 min</span></span></span></span></span></div>
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		<title>O Lutador</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 19:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Oscar 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[Construído com incrível competência técnica, o novo filme do diretor Darren Aronofsky, mostra... <a href="http://www.cinemaorama.com/2009/02/o-lutador/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Skt1SloKL8I/AAAAAAAACIc/AmcsnmmTPeI/s1600-h/thespirit.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353501544258613186" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 89px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Skt1SloKL8I/AAAAAAAACIc/AmcsnmmTPeI/s400/thespirit.JPG" border="0" alt="" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Construído com incrível competência técnica, o novo filme do diretor Darren Aronofsky, mostra um diretor menos ousado mas tão brilhante como em seus trabalhos anteriores, <em>O Lutador</em> reinventa Mickey Rourke &#8211; que levou o Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar por esse papel &#8211; para a mídia em um papel brilhante, mas que possui similaridade com um famoso personagem do cinema. Explico a seguir.</p>
<p>Randy “The Ram” Robinson foi um famoso lutador de telecatch durante a década de 80 e agora totalmente esquecido, Randy luta no circuito underground para poucas pessoas. Com a saúde debilitada e com a situação financeira instável, o lutador sustenta seus vícios, noitadas e mal consegue pagar o aluguel de seu pequeno apartamento, onde vive sozinho.</p>
<p>A exposição da vida de Randy é explícita e obscura, sem restrições dramáticas para mostrar um solitário homem em crise, o fiel retrato da decadência de um homem. O prestígio do personagem de Rourke é menor, mas existe uma proximidade clara com <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2008/10/19/recomendacao-da-casa-rocky-balboa/"><em>Rocky Balboa</em></a>,  este que também reinventou Stallone, que vinha de uma seqüência de fiascos ao contrário de Rourke que fez filmes bem sucedidos como <em>Sin City</em> e <em>Chamas da Vingança</em>, mas não obteve reconhecimento como coadjuvante. E não pelo fato dos personagens de Rourke e Stallone usarem o ringue como fonte de renda, existe nas entrelinhas uma proximidade maior. Os problemas são similares e como eles são colocados pelo roteiro e a partir da atuação de Rourke, mas como disse antes, os de Randy são mais densos e explícitos. A história de superação sobre os fantasmas do passado, o lado familiar e profissional, colocado em devidas proporções, liga a saga dos personagens, mas isso tudo deve ser visto de forma positiva em relação a este dejá vu “Stallonesco”.</p>
<p>Rico nos diálogos e bastante humano, o filme convida ao mergulho completo e com sucesso, mantendo uma simplicidade narrativa, linear, porém denso e emotivo, com a ajuda de Rourke e Marisa Tomei e um diretor inspirado pelos irmãos Dardenne, segundo o próprio Aronofsky. E com sua segurança habitual que ele comanda o drama, sempre incrível que nos proporciona um belo espetáculo visual.</p>
<p>A fotografia traz uma textura e um jogo de cores bonitas. É de fato, impossível não se envolver neste drama tão humano, construído com tanto talento, porém peca pela falta de originalidade.</p>
<p>O longa estréia no Brasil nesta sexta-feira, dia 13 de Fevereiro.</p></div>
<div style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1445" title="3half" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2009/02/3half.gif" alt="3half" width="67" height="15" /></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>O LUTADOR</strong> (The Wrestler, EUA/França, 2008) <strong>Direção</strong>: Darren Aronofsky <strong>Roteiro</strong>: Robert D. Siegel <strong>Elenco</strong>: Mickey Rourke, Marisa Tomei, Evan Rachel Wood, Todd Barry <strong>Duração</strong>: 109 min</span></div>
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		<title>O Equilibrista</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 20:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<description><![CDATA[Vencedor do prêmio BAFTA de melhor filme inglês e indicado ao Oscar de melhor documentário, o... <a href="http://www.cinemaorama.com/2009/02/o-equilibrista/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Skt2ocNgrYI/AAAAAAAACIs/9eM1rwq7Lbs/s1600-h/thespirit.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353503019199671682" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 94px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/Skt2ocNgrYI/AAAAAAAACIs/9eM1rwq7Lbs/s400/thespirit.JPG" border="0" alt="" /></a><span style="color: #000000; font-family: arial; font-size: 100%;">Vencedor do prêmio BAFTA de melhor filme inglês e indicado ao Oscar de melhor documentário, o filme <span style="font-style: italic;">O Equilibrista</span><span style="font-weight: bold; font-style: italic;"> </span>faz uma rápida viagem na carreira de Philippe Petit, conhecido por seus “crimes” e que chegou ao seu auge quando andou entre as duas torres do World Trade Center se equilibrando em um cabo.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000; font-family: arial; font-size: 100%;">O filme trás as interessantes cenas criadas para uma espécie de reconstituição dos fatos, muito bem elaboradas, quase todas colocadas com as imagens de acervo, para dar uma sensação de continuidade, com a óbvia narração em voz-off. Para chegarmos ao tão falado “crime artístico” do século, entendemos c</span><span style="color: #000000; font-family: arial; font-size: 100%;">omo Philippe treinava e como eram planejados seus “crimes”. Como o próprio diz, era como um assalto a banco. Muitos meses se passaram com longas horas de estudo, com muitas visitas ao WTC e as grotescas situações, que Philippe e sua equipe passaram que mais parecem com uma comédia.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: arial; font-size: 100%;">Durante toda essa preparação o filme tem momentos monótonos e redundantes, que não envolvem o espectador por completo, mas logo consegue a correção quando o assunto é o fatídico dia em que Philippe virou manchete de jornais com sua ousadia. Ele sabia que iria pagar o preço. E pagou feliz e satisfeito. As entrevistas envolvem emoção e saudosismo de forma alegre, não como algo que não poderemos ver novamente.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: arial; font-size: 100%;">O ponto alto do filme é mostrar como um sonho pode guiar uma pessoa e como a ousadia pode fazer que ela vire realidade, com muita dedicação com a ajuda de bons amigos, tudo isso com uma produção muito competente e que ao menos tenta fugir de um método muito conhecido de se fazer d</span><span style="color: #000000; font-family: arial; font-size: 100%;">ocumentários.</span></p>
<p><span style="font-family: arial; font-size: 100%;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SZHo4oD0cFI/AAAAAAAABQM/CFfCmfvRHNI/s1600-h/3star.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301274295915540562" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 67px; height: 15px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SZHo4oD0cFI/AAAAAAAABQM/CFfCmfvRHNI/s400/3star.jpg" border="0" alt="" /></a></span></p>
<p><span style="font-size: 100%;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: arial; font-size: 100%;"><span style="color: #666666;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">O Equilibrista</span> (Man On Wire, Inglaterra/EUA 2008)</span></span></span></span><br />
<span style="font-size: 100%;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: arial; font-size: 100%;"><span style="color: #666666;"><span style="font-weight: bold;">Direção:</span> James Marsh</span></span></span></span><br />
<span style="font-size: 100%;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: arial; font-size: 100%;"><span style="color: #666666;"><span style="font-weight: bold;">Roteiro:</span> James Marsh</span></span></span></span><br />
<span style="font-size: 100%;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: arial; font-size: 100%;"><span style="color: #666666;"><span style="font-weight: bold;">Elenco:</span> Phelippe Petit, Annie Allix, Jean-Louis Bloundeau, A. Campbell. <span style="font-weight: bold;">Duração:</span> 94 min</span></span></span></span></p>
</div>
<p><span style="font-size: 78%;"><span style="font-family: verdana;"><br />
</span></span></p>
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		<title>O Leitor</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 17:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[... <a href="http://www.cinemaorama.com/2009/02/o-leitor/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SkuACkhgkmI/AAAAAAAACI0/8LT1Ax1P3wM/s1600-h/thespirit.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353513363712283234" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 157px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SkuACkhgkmI/AAAAAAAACI0/8LT1Ax1P3wM/s400/thespirit.JPG" border="0" alt="" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"<p>A mesma história contada em três décadas, todas alternadas e ritmadas com coerência na edição para não cansar o espectador é o que guia os fios narrativos de O Leitor, novo filme do diretor Stephen Daldry (As Horas), indicado ao Oscar deste ano como melhor filme, este que ficou mais conhecido por ser o último filme produzido por Anthony Minghella e Sydney Pollack, ambos falecidos em 2008.</p></div>
</p>
<p>Após a segunda guerra mundial e com a Alemanha ainda abalada, o jovem Michael começa um affair com Hannah Schmitz, uma mulher muito mais velha que tem um comportamento frio e calculista. Michael por mais que tente se aproximar e se entregar a ela, sabe que algo está errado nesta relação e ele só vai saber isso muitos anos depois por acaso. Não há muito que adicionar, pois posso estragar detalhes da história, essa que não consegue encontrar algo que faça o espectador de fato mergulhar na história.</p>
<p>Kate Winslet tenta, se esforça e muito (tanto que ganhou uma indicação ao Oscar), mas sua química com David Kross (quando Michael é jovem) não funciona. Quando Michael descobre o que poderia fazer com que Hannah fosse tão reservada, a história toma um rumo mais interessante, deixando o <em>ping-pong</em> sentimental de lado intercalado por seqüências de outras décadas e levantando questões interessantes sobre o momento que a Alemanha passava e do rastro que Adolf Hitler deixou por onde passou e também o que a vaidade pode fazer com uma pessoa.</p>
<p>No mais, o filme se trata de contentamento, de aceitar o que podemos colher com o que temos para plantar, mas tudo é morno demais, existe um abismo colocado pela direção e é uma pena que Ralph Fiennes (Michael mais velho) e Winslet não puderam dividir mais cenas juntos. O filme tem idéias interessantes, técnica competente, destacando-se a direção de arte, não cansa, mas é tudo é muito morno, não consegue envolver o espectador do início ao fim.</p></div>
<div style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1398" title="2half" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2009/02/2half.gif" alt="2half" width="67" height="15" /></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong> </strong></p>
<p><strong>O LEITOR</strong> (The Reader, EUA/Alemanha 2008) <strong>Direção:</strong> Stephen Daldry <strong>Roteiro:</strong> David Hare <strong>Elenco:</strong> Kate Winslet, David Kross, Ralph Fiennes, Jeannette Hain. <strong>Duração:</strong> 124 min</p>
<p></span></div>
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		<title>Dúvida</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 14:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[Ambientado nos anos 60 numa fria cidade, mas que se passa na maioria do tempo dentro das... <a href="http://www.cinemaorama.com/2009/02/duvida/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SkuBCkGnkkI/AAAAAAAACJE/8F_fJlgiyTk/s1600-h/thespirit.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353514463111123522" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 159px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SkuBCkGnkkI/AAAAAAAACJE/8F_fJlgiyTk/s400/thespirit.JPG" border="0" alt="" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Ambientado nos anos 60 numa fria cidade, mas que se passa na maioria do tempo dentro das dependências de uma escola de uma igreja católica não menos pálida, reforçadas pela direção de arte e fotografia bem elaborada, o longa <em>Dúvida</em> obtém um resultado instigador e não só pelo fato de reunir dois dos mais talentosos atores em atividade(Philip Seymour Hoffman e Meryl Streep) mas pelo roteiro elaborado pelo diretor da peça teatral John Patrick Shanley, que originou a adaptação para o cinema, também dirigido por ele.</p>
<p>O filme confirma um embate, um muro de costumes, valores e idéias, colocado nas indiretas frases postas pelo comportamento coloquial entre o superior Padre Flynn (Hoffman) e a irmã Beauvier (Streep). Flynn é mais descontraído, apóia a idéia de ter uma igreja mais acolhedora e a educação progressiva. Já Beauvier, conservadora e metódica, têm o papel de megera da escola.</p>
<p>Durante o sermão, na seqüência inicial, onde o assunto tratado é a dúvida, propositalmente já nos coloca em uma gangorra, o que costumamos esquecer, quando o assunto é o pré-julgamento humano. Até mesmo para o vilão existe um lado humano. E quem decide quem é o vilão desta história é o espectador.</p>
<p>Quando o único aluno negro da escola, após a uma visita a reitoria, volta para a sala de aula com comportamentos estranhos, inicia-se uma investigação intensa sobre o comportamento do Padre, que por uma escolha inteligente de Shanley, cobre os dois lados da moeda, sem um pré-julgamento claro.</p>
<p>Seria o Padre realmente um cínico ou a irmã tentando se livrar do Padre? Em um dos poucos encontros entre o Padre e a irmã, temos uma seqüência incrível, com a ótima coadjuvante irmã James (Amy Adams) na sala, sem nenhum abandonando o lado cordial, ambos bem articulados e com palavras colocadas no momento certo, mesmo que seja através de indiretas e colocadas na posição de vilão e de inocente a todo o momento, cercando o espectador de dúvidas, sem dúvidas (perdão o trocadilho) a proposta do diretor.</p>
<p>Muitas questões (muitas mesmo) são levantadas, não só pela obviedade do caso, mas por outros valores e a situação piora, quando a mãe do menino aparece e dá a trama um novo rumo, colocando seu filho em uma posição inesperada. O filme é perturbador, e coloca a intolerância e o preconceito de forma coerente, sem apelos e exageros e muito menos uma acusação.</p>
<p>O filme teve cinco indicações ao Oscar: Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante e Roteiro Adaptado. A estréia acontece nesta sexta-feira, dia 6 de fevereiro.</p></div>
<div style="text-align: justify;">
<p><span style=";font-family:arial;font-size:100%;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SYcKDylR7OI/AAAAAAAAA-w/IBRqJGVICso/s1600-h/4star.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298214546858700002" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 67px; height: 15px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_iFpL6C6mBkU/SYcKDylR7OI/AAAAAAAAA-w/IBRqJGVICso/s400/4star.jpg" border="0" alt="" /></a></span></p>
<p><span style="color: #999999;font-family:arial;font-size:100%;"><span style="color: #666666;"><strong><span style="font-weight: bold; font-style: italic;"> </span></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #999999;font-family:arial;font-size:100%;"><span style="color: #666666;"><strong>DÚVIDA</strong> (Doubt, EUA 2008)</span></span><span style="color: #999999;font-family:arial;font-size:100%;"><span style="color: #666666;"><span style="font-weight: bold;"> Direção:</span> John Patrick Shanley</span></span><span style="color: #999999;font-family:arial;font-size:100%;"><span style="color: #666666;"><span style="font-weight: bold;"> Roteiro: </span>John Patrick Shanley</span></span><span style="color: #999999;font-family:arial;font-size:100%;"><span style="color: #666666;"><span style="font-weight: bold;"> Elenco:</span> Meryl Streep, Philip Seymour Hoffman, Amy  Adams, Viola Davis </span></span><span style="font-size:100%;"><span style="font-family:arial;"><span style="color: #666666;font-family:arial;font-size:100%;"><span style="font-weight: bold;">Duração:</span> 104 min</span></span></span></div></p>
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