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	<title>Cinema O Rama &#187; Em Cartaz</title>
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		<title>Crítica: Flores do Oriente</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 21:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela fotografia pálida é possível adornar o clima de fraqueza que circunda Flores do Oriente.... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-flores-do-oriente/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9799" href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-flores-do-oriente/flores-do-oriente/"><img class="aligncenter size-full wp-image-9799" title="flores do oriente" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/05/flores-do-oriente.jpg" alt="" width="600" height="362" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Pela fotografia pálida é possível adornar o clima de fraqueza que circunda <strong>Flores do Oriente</strong>. <strong>Zhang Yimou</strong> (<strong>O Clã das Adagas Voadoras, <a href="http://www.cinemaorama.com/2011/05/critica-uma-mulher-uma-arma-e-uma-loja-de-macarrao/">Uma Mulher, Uma Arma e uma Loja de Macarrão</a></strong>) transforma seu filme numa incessante subversão de valores, os separando calmamente por tópicos ao agrupar dentro de uma igreja católica cercada pelos destroços do massacre de Nanquim um coveiro disfarçado de padre (<strong>Christian Bale</strong>), um grupo de coroinhas e prostitutas recém abrigadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Megalomaníaco, Yimou procura sua tradicional beleza estética e poesia em cada plano e movimento de câmera; paralelamente, estão os conflitos previsíveis entre os grupos de ideais completamente diferentes que se espelham no terror da guerra entre Chineses e Japoneses. Submissão, corrupção, violência e honra são alguns dos assuntos envernizados e discutidos. <strong>Flores do Oriente</strong> ganha bons momentos justamente quando o diretor repele o espetáculo e abraça a simplicidade com representações óbvias e ainda funcionais como mensagem de pacificação e solidariedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Fica claro que desde a primeira e apoteótica sequência do filme é necessário subverter suas regras para um primeiro passo. Um longa cru, pungente e que fuja do viés melodramático – aqui presente em excesso. Caro leitor, Yimou não precisa virar polivalente como <strong>Takashi Miike</strong> (<strong>Ichi – O Assassino</strong>); é um raciocínio diferente. Trata-se de um pedido de reinvenção, mudança de cartilha ou ótica sem perder a assinatura. A obviedade narrativa e sua metodologia sugam a obra.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2569" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/lancamentos-em-dvd-de-junho/2star-25/"><img class="alignleft size-full wp-image-2569" title="2star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/2star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>FLORES DO ORIENTE</strong> (Jin Líng Shi San Chai, China/Hong Kong, 2011) <strong>Direção:</strong> Zhang Yimou <strong>Roteiro:</strong> Liu Heng, Yan Geling <strong>Elenco:</strong> Christian Bale, Shigeo Kobayashi, Ni Ni, Atsuro Watabe<strong> Duração:</strong> 141 min <strong>Distribuição: </strong>Play Arte</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Crítica: Mãe e Filha</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 15:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival do Rio 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Um exercício contemplativo intercedido por representações enigmáticas e metáforas. Mãe e... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-mae-e-filha-2/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-9751" href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-mae-e-filha-2/mae-e-filha-pbrf/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9751" title="mae-e-filha-PBRf" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/05/mae-e-filha-PBRf-636x357.jpg" alt="" width="636" height="357" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um exercício contemplativo intercedido por representações enigmáticas e metáforas. <strong>Mãe e Filha</strong> expurga da relação distante de duas mulheres a dor do passado, a  ambigüidade do presente e o ilusionismo do futuro no silencioso sertão  do Ceará. As memórias ganham vida e se transformam em pesadelo e alívio  com a mudança de ótica de cada personagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Dirigido por <strong>Petrus Cariry</strong> (<strong>O Grão</strong>),  Mãe e Filha se atém à ambigüidade quando desconstrói a pureza de vida e  morte e sua carga espiritual amplificada pelas ruínas das locações e a  beleza da natural que envolve este silencioso caos emocional regido por  um tempo abstrato, que não se tem certeza que acontecera. A distância  física (capital/sertão) e filosófica (vida/morte e passado/futuro)  posiciona a relação de duas mulheres à margem do amor fraterno.</p>
<p style="text-align: justify;">Instigante, o longa de Cariry aborda  mundos distintos; aqui, o impacto simbolizado por uma criança leva ao  desnorteamento pelo lado inesperado. A filha, sã, resolve então tornar a  realidade mais forte numa das cenas mais bonitas do filme. Mas aprende  que sem a fantasia (ou espiritualidade) nada tem sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2590" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/kick-ass-quebrando-tudo/5star-3/"><img class="alignleft size-full wp-image-2590" title="5star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/5star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>MÃE E FILHA</strong> (Idem, Brasil, 2011) <strong>Direção:</strong> Petrus Cariry <strong>Roteiro: </strong>Petrus Cariry, Firmino Holanda, Rosemberg Cariry <strong>Elenco: </strong>Zezita Matos, Juliana Carvalho <strong>Duração:</strong> 82 min <strong>Distribuição:</strong> Lume Filmes</span></p>
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		<title>Crítica: Uma Longa Viagem</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 03:08:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
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		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Rodrigo Giordano Uma Longa Viagem é uma história extremamente pessoal, na qual, Lúcia... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-uma-longa-viagem/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-9742" href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-uma-longa-viagem/uma-longa-viagem/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9742" title="uma longa viagem" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/05/uma-longa-viagem-636x357.jpg" alt="" width="636" height="357" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por Rodrigo Giordano</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma Longa Viagem</strong><em> </em>é uma história extremamente pessoal, na qual, <strong>Lúcia Murat</strong> busca reviver as próprias experiências e a de seus dois irmãos, <strong>Heitor e Miguel</strong>, durante os anos de chumbo, expondo os diferentes caminhos seguidos por eles, principalmente os dela e de Heitor. O filme é dedicado a Miguel, cuja morte impulsionou a realização do longa.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que seu filho mais novo não seguisse os passos da irmã e participasse da luta armada, a mãe dos protagonistas o envia para Londres. É aí que se inicia a história de andarilho de Heitor, que não conseguirá mais estabelecer-se em lugar algum, formando uma relação antitética com sua irmã quanto ao descontentamento com o sistema repressor: enquanto Lúcia permanece no Brasil como presa política, seu irmão move-se incessantemente pelo mundo, experimentando todos os tipos de entorpecentes que suas andanças permitem. Dessa relação nasce algo do que há de mais valoroso no filme, pois Lúcia Murat não emprega um juízo de valor nas distintas escolhas feitas por ela e seu irmão, pelo contrário, as trata como o que são: posicionamentos pessoais diante de um momento político extremamente conturbado.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, <strong>Uma Longa Viagem</strong><em> </em>é um filme dividido em três, intercalando-se imagens de arquivo com narrações da diretora, entrevista da mesma com Heitor e encenações de <strong>Caio Blat </strong>(interpretando o irmão mais novo). É esta última que faz desandar o documentário de Lúcia Murat; não por incompetência do ator, mas porque essas cenas deslocam a interessante premissa acima exposta.</p>
<p style="text-align: justify;">Caio declama as cartas enviadas por Heitor à sua família, olhando para a câmera e interagindo com uma projeção de lugares pelos quais o irmão da diretora passou em suas viagens. Isso faz com que a parte pretensamente ficcional do filme seja marcada por uma interpretação realista, verossímil, o que fica evidente em uma cena em que a tela é dividida em dois e ouvimos a mesma história sendo contada pelo ator e pelo irmão mais novo, sendo que, ao final, Caio faz exatamente o mesmo gesto de quem interpreta.</p>
<p style="text-align: justify;">A diretora parece não perceber que a força de<strong> Uma Longa Viagem</strong> está exatamente nas entrevistas de Heitor, um sujeito carismático, espontâneo, que consegue construir uma forte ligação com o espectador. A conexão entre história real e história encenada torna-se frágil, deixando a aparência de que a participação de Caio Blat no longa é apenas um artifício vazio de linguagem, como se a diretora não quisesse fazer mais um documentário apenas com imagens de arquivo e entrevistas (muito recorrente nos documentários dos últimos vinte anos). Ótima intenção, péssima execução.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2569" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/lancamentos-em-dvd-de-junho/2star-25/"><img class="alignleft size-full wp-image-2569" title="2star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/2star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>UMA LONGA VIAGEM</strong> (Idem, Brasil, 2011) <strong>Direção:</strong> Lucia Murat <strong>Roteiro:</strong> Lucia Murat <strong>Elenco:</strong> Caio Blat <strong>Duração:</strong> 97 min <strong>Distribuição:</strong> Vitrine Filmes</span></p>
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		<title>Crítica: Amor e Dor</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 19:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Se há alguma virtude em Amor e Dor, ela está no sufocante espaço cênico que moldura a intensa... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-amor-e-dor/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9725" href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-amor-e-dor/amor-e-dor/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9725" title="amor e dor" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/05/amor-e-dor-636x357.jpg" alt="" width="636" height="357" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Se há alguma virtude em <strong>Amor e Dor</strong>, ela está no sufocante espaço cênico que moldura a intensa relação de impulsividade e submissão de Hua (<strong>Corinne Yam</strong>) e Matthieu (<strong>Tahar Rarim</strong>). A câmera nauseante de <strong>Lou Ye</strong> enverniza a idéia de caos e claustrofobia estética como reflexo de situações empíricas e inexplicáveis de uma paixão.</p>
<p style="text-align: justify;">De fios narrativos soltos, <strong>Ye</strong> intenciona a dinâmica do julgamento – quem é vilão nesta história, afinal? Personagens vêm e vão com única razão ilustrativa: seja pelo caminho da violência ou do desejo, a impunidade parece inerente ao casal e aos que estão ao redor. E o mistério da conduta de Hua e Matthieu é a imagem principal do filme, que não se sustenta nem mesmo com cenas expressivas onde sexo e violência se misturam.</p>
<p style="text-align: justify;">Ye, como sempre, coloca o dedo nas feridas, mas não se preocupa em criar laços com nada, nem com Paris ou Pequim, locais por onde Hua desenha locais de vivência e fuga, respectivamente. Um frio reflexo dos dias atuais, onde não se pertence a nada e ninguém, nem que ambos te espanquem de forma literal e figurada.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2566" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/lancamentos-em-dvd-de-junho/3star-38/"><img class="alignleft size-full wp-image-2566" title="3star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/3star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>AMOR E DOR</strong> (Love and Bruises, França/China, 2011) <strong>Direção: </strong>Lou Ye <strong>Roteiro:</strong> Lou Ye, Catherine Paillé, Jie Liu-Falin <strong>Elenco:</strong> Corinne Yam, Tahar Rarim, Jalil Lespert, Vincent Rottiers <strong>Duração:</strong> 105 min <strong>Distribuição: </strong>Imovision</span></p>
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		<title>Crítica: Paraísos Artificiais</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 20:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Adulterar a realidade não é dos mais novos hábitos da sociedade. A visão glamourosa dada às... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-paraisos-artificiais/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9719" href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-paraisos-artificiais/paraisos-artificais/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9719" title="paraísos artificiais" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/05/paraísos-artificais-636x357.jpg" alt="" width="636" height="357" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Adulterar a realidade não é dos mais novos hábitos da sociedade. A visão glamourosa dada às viagens lisérgicas através da literatura e música nos anos 60 em especial alinhavam estética e existência. Não é o caso de <strong>Paraíso Artificiais</strong>, <em>debu</em>t de Marcos Prado na direção de ficções: seu filme carece de expressão das mais variadas formas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em <strong>Paraísos Artificiais</strong> a estética é fetiche: o horizonte de <em>neon</em>, os corpos definidos, a bagunça de um apartamento da zona sul carioca ou a beleza de <strong>Amsterdam</strong> compõem um deleite visual que não tem a mesma freqüência da história de desencontros que guia a narrativa apoiada no uso e tráfico de drogas sintéticas ligado diretamente a estereótipos.</p>
<p style="text-align: justify;">A visão do consumidor de drogas na cena de música eletrônica nascida nos anos 90 na Europa – que teve reflexos em <em>raves</em> em locais desertos no Brasil – em poucos momentos equivale consciência à ação do filme. O drama é o cerne da história e por vezes tem o desfoque de causa e conseqüência, sem simbologias ou metáforas. Tudo é direto e reto. Ou rápido e raso. Paraísos Artificiais se sustenta pela montagem, onde <em>flashbacks</em> impõem o choque à história e, claro, ao espectador. Basta saber quais foram pegos pela previsibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2536" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/o-golpista-do-ano/1star-10/"><img class="alignleft size-full wp-image-2536" title="1star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/1star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a><strong><br />
</strong></p>
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>PARAÍSOS ARTIFICIAIS</strong> (Idem, Brasil, 2012) <strong>Direção:</strong> Marcos Prado <strong>Roteiro:</strong> Cristiano Gualda, Pablo Padilla, Marcos Prado <strong>Elenco:</strong> Nathalia Dill, Luca Bianchi, Lívia de Bueno, Cadu Fávero <strong>Duração:</strong> 96 min <strong>Distribuição:</strong> Nossa/Rio Filme</span></p>
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		<title>Crítica: Girimunho</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 20:18:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Em Girimunho, a câmera de Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina é observadora, coadjuvante... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-girimunho/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-9707" href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-girimunho/girimunho-2/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9707" title="girimunho" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/04/girimunho-636x357.jpg" alt="" width="636" height="357" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em <strong>Girimunho</strong>, a câmera de <strong>Helvécio Marins Jr</strong>. e <strong>Clarissa Campolina</strong> é observadora, coadjuvante e expositiva. As locações se transformam lentamente em um personagem fundamental – ser o local, pertencer a ele e tê-lo como sua extensão. O tom documental amplifica a abordagem poética desta jornada espiritual sobre vida e morte.</p>
<p style="text-align: justify;">O cotidiano de <strong>Batsu</strong> (a excelente <strong>Maria Sebastiana</strong>) é a estrutura para Marins e Campolina traçarem limites ao luto e a sanidade de sua protagonista; <strong>Girimunho</strong> ganha traços oníricos enquanto iguala o cinema aos sonhos e a multiplicidade da imaginação em devaneios e expurgação das mais variadas formas.</p>
<p style="text-align: justify;">Fé, saudade, identidade e religião se confundem nas ruas de São Romão, interior de <strong>Minas Gerais</strong>. Espanta a verossimilhança aos impulsos que chamamos de realidade ou o que acontece quando as câmeras se desligam. Girimunho tem a leveza de um breve momento de paz e contemplação com a força de uma indagação sobre o sentido de ser em forma poética, sem cartilhas, apenas instinto.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2234" href="http://www.cinemaorama.com/2010/04/as-melhores-coisas-do-mundo/4half-3/"><img class="alignleft size-full wp-image-2234" title="4half" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/04/4half.gif" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>GIRIMUNHO</strong> (Idem, Brasil, 2011) <strong>Direção:</strong> Helvécio Marins Jr., Clarissa Campolina <strong>Roteiro:</strong> Felipe Bragança <strong>Elenco:</strong> Maria Sebastiana, Martina Álvaro, Maria da Conceição Gomes de Moura, Wanderson Soares <strong>Duração:</strong> 90 min <strong>Distribuição:</strong> Vitrine Filmes</span></p>
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		<title>Crítica: Sete Dias com Marilyn</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 22:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucos conheceram Norman Jeane, ou só “Marilyn”, como ela gostava de ser chamada. Uma mulher... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-sete-dias-com-marilyn/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9697" href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-sete-dias-com-marilyn/sete-dias-com-marilyn/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9697" title="sete dias com marilyn" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/04/sete-dias-com-marilyn-636x450.jpg" alt="" width="636" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Poucos conheceram <strong>Norman Jeane</strong>, ou só “Marilyn”, como ela gostava de ser chamada. Uma mulher segura, persuasiva e charmosa. Já <strong>Marilyn Monroe</strong> espelhava uma figura insegura em relação à arte, <em>mise en scène</em> e o futuro de sua carreira. <strong>Sete Dias com Marilyn</strong>, apesar de ser narrado em primeira pessoa – pelo terceiro assistente de direção de <strong>O Príncipe Encantado</strong>, <strong>Colin Clark</strong>, que como todos os integrantes da equipe de Marilyn se apaixonaram pela estrela e confundiram os sentimentos com os sintomas conflituosas da atriz – não apagam o lado sombrio da história.</p>
<p style="text-align: justify;">Dirigido por <strong>Simon Curtis</strong>, o longa tem em seu contorno a magia que Marilyn carregava consigo. Bastava um olhar para horas de atraso ser perdoadas. Um sorriso para um homem se apaixonar. Um gesto para uma equipe acatar suas exigências. E o que mimava a atriz a definiu como uma das estrelas mais contraditórias da história do cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">Como os cofres mandam, <strong>Sete Dias com Marilyn</strong> é envernizado por uma história de amor e o breve desencontro entre patrão e empregado, estrela e súdito. Algo que impossibilita qualquer tipo de aprofundamento na psique de Monroe e da conturbada equipe de O Príncipe Encantado, filme que antecipou <strong>Quanto Mais Quente Melhor</strong>, o maior sucesso da carreira da atriz.</p>
<p style="text-align: justify;">Latejantes por todo o filme, a instabilidade da protagonista e a impaciência de Laurence Olivier, o diretor, vivido por <strong>Kenneth Branagh</strong>, traçam um momento conturbado que, infelizmente, definiu o restante da carreira da atriz, que faleceu aos 36 anos. Mas, se o que realmente ronda a expectativa do filme é a entrega de Michelle Williams ao seu papel, corra para o cinema – impressiona a noção de Williams que não se trata de um tributo ou reconstituição exata de um tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2566" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/lancamentos-em-dvd-de-junho/3star-38/"><img class="alignleft size-full wp-image-2566" title="3star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/3star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a><strong><span style="color: #888888;"><br />
</span></strong></p>
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>SETE DIAS COM MARILYN</strong> (My Week With Marilyn, Reino Unido, 2011) <strong>Direção:</strong> Simon Curtis <strong>Roteiro:</strong> Simon Curtis <strong>Elenco:</strong> Michelle Williams, Kenneth Branagh, Emma Watson, Dominic Cooper <strong>Duração:</strong> 98 min <strong>Distribuição:</strong> Imagem Filmes</span></p>
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		<title>Crítica: Os Vingadores &#8211; The Avengers</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 21:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre a iminência do fim do mundo e as sequências de ação espetaculosas está a eficácia e... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-os-vingadores-the-avengers/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-9683" href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-os-vingadores-the-avengers/h/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9683" title="H" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/04/os-vingadores-the-avengers1-636x348.jpg" alt="" width="636" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Entre a iminência do fim do mundo e as sequências de ação espetaculosas está a eficácia e audácia de <strong>Joss Whedon</strong> para construir <strong>Os Vingadores – The Avengers</strong> no formato que o projeto tem por natureza, ou seja, o encontro de pilares do universo das <strong>HQ’s</strong> pela ótica de um <strong>blockbuster</strong> e o momento de glória para a <strong>Marvel</strong> após dez anos de filmes lucrativos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os Vingadores</strong> é um filme frenético em todas as vias: o ritmo tem estrutura feita para a geração que consome entretenimento através de outros dispositivos como computadores e celulares. Perfeito para o casamento de espaço, ritmo e ambição. A narrativa, sustentada entre a média de humor ácido e ação, sem tempo para desconstruções de persona ou reapresentações, segue o conceito (em todos os aspectos) do gibi – para o espectador, o êxtase está em cada encontro dos heróis; por boa parte do filme eles encaram o projeto Vingadores como chama para conflitos internos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com equilíbrio, o longa de Whedon dá atenção para todos os seus mocinhos com pitadas de antagonismo e de poucas transformações em comparação a seus filmes solo – sinal da funcionalidade de Os Vingadores, que vai da fúria para a ironia em poucos segundos, que entroniza e ironiza a mutação – tradução literal do trabalho de <strong>Stan Lee</strong>, que nos diverte até hoje. E nos cinemas não é diferente. Ah, tem surpresa após os créditos finais!</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2567" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/lancamentos-em-dvd-de-junho/4star-44/"><img class="alignleft size-full wp-image-2567" title="4star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/4star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>OS VINGADORES &#8211; THE AVENGERS</strong> (The Avengers, EUA, 2012) <strong>Direção:</strong> Joss Whedon <strong>Roteiro: </strong>Joss Whedon <strong>Elenco:</strong> Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth <strong>Duração</strong>: 142 min <strong>Distribuição:</strong> Paramount Pictures</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Crítica: Diário de um Jornalista Bêbado</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 23:21:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível se desligar da idéia que Diário de um Jornalista Bêbado é um filme baseado na... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-diario-de-um-jornalista-bebado/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9670" href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-diario-de-um-jornalista-bebado/diario-de-um-jornalista-bebado/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9670" title="diário de um jornalista bebado" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/04/diário-de-um-jornalista-bebado-636x353.jpg" alt="" width="636" height="353" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">É possível se desligar da idéia que <strong>Diário de um Jornalista Bêbado</strong> é um filme baseado na obra homônima de <strong>Hunter S. Thompson</strong>, falecido em 2005. O filme dirigido por <strong>Bruce Robinson</strong> se restringe à superfície, muitas vezes priorizando a estética ao desenvolvimento narrativo oscilando entre a falta de <em>timing</em> e o complexo trabalho de podar o roteiro em relação ao livro.</p>
<p style="text-align: justify;">As inserções humorísticas estão lá e funcionam em alguns momentos, mas tudo aqui é extremamente morno, insosso – salvo o momento que Robinson desenvolve um pequeno momento de extrema ironia sobre geopolítica com os Estados Unidos como cerne, é claro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Johnny Depp</strong> luta contra a caricatura que se tornou há alguns anos. Ilustrar efeitos alucinógenos com o ator é pura redundância. Não que este seja o único clichê de Diário de um Jornalista Bêbado, mas Robinson deixa claro que luta contra os clichês que a história de Thompson o levaria a produzir – por outro lado esquece a riqueza da história, criando pilares no último ato, quando seu protagoniza expurga sua revolta contra o sistema em diversos aspectos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2536" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/o-golpista-do-ano/1star-10/"><img class="alignleft size-full wp-image-2536" title="1star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/1star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>DIÁRIO DE UM JORNALISTA BÊBADO</strong> (The Rum Diary, EUA, 2011) <strong>Direção:</strong> Bruce Robinson<strong> Roteiro:</strong> Bruce Robinson <strong>Elenco:</strong> Johnny Depp, Aaron Eckhart, Amber Heard, Marshall Bell <strong>Duração:</strong> 119 min <strong>Distribuição: </strong>Vinny Filmes</span></p>
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		<title>Crítica: Eu Receberias as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 20:31:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Dicotômica como seu título, a nova parceria entre Beto Brant e o escritor e roteirista Marçal... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-eu-receberias-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9588" href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-eu-receberias-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios/eu-receberia-as-piores-noticias/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9588" title="eu receberia as piores notícias" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/04/eu-receberia-as-piores-notícias-636x424.jpg" alt="" width="636" height="424" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Dicotômica como seu título, a nova parceria entre <strong>Beto Brant</strong> e o escritor e roteirista <strong>Marçal Aquino</strong> parece uma avalanche de pessimismo mesmo com possibilidades de fuga e recomeço para Lavínia (<strong>Camila Pitanga</strong> em entrega surpreendente), ex-garota de programa que acompanha seu namorado e  pastor Ernani (<strong>Zé Carlos Machado</strong>) em missão no Pará enquanto mantém relação extraconjugal com o fotógrafo Cauby (<strong>Gustavo Machado</strong>). <strong>Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios</strong> sustenta-se pelos diálogos de via dupla e fragmentos e se configura como uma partilha de reações viscerais.</p>
<p style="text-align: justify;">Da comparação do culto evangélico ao circo à instabilidade de todos os personagens, a adaptação do conto do próprio Aquino declara-se a rendição; de uma forma ou outra, lentamente, é possível desconstruir os personagens entre cansativo balé de <em>fades</em>. Atrás da verborragia, dos surtos e das citações poéticas, nada mais existe além da vontade de entrega – de deixar-se levar pela correnteza; pelas piores notícias.</p>
<p style="text-align: justify;">Caótico como a idéia do fim (dos tempos, de uma relação ou da vida), o filme de Beto Brant é a ilustração deste raciocínio. O flerte com o lamento, a idéia de continuidade, o luto e a banalidade no sentido da vida, que pode render seqüelas irreversíveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2581" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/o-profeta/3half-25/"><img class="alignleft size-full wp-image-2581" title="3half" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/3half1.gif" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>EU RECEBERIA AS PIORES NOTÍCIAS DOS SEUS LINDOS LÁBIOS</strong> (Idem, Brasil, 2011) <strong>Direção:</strong> Beto Brant, Renato Ciasca <strong>Roteiro: </strong>Marçal Aquino, Beto Brant, Renato Ciasca <strong>Elenco:</strong> Camila Pitanga, Zé Carlos Machado, Gustavo Machado, Gero Camilo<strong> Duração:</strong> 100 min <strong>Distribuição:</strong> Sony Pictures</span></p>
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