O Cinema O Rama foi criado em setembro de 2007, mais precisamente no primeiro dia do Festival do Rio daquele ano. Criei o blog com o propósito de dividir com alguns amigos as experiências daquele festival. Só que o número de visitas foi surpreendente. Resolvi continuar e comentar filmes que assistia, sem compromisso algum. Aos poucos a coisa foi ficando séria. As promoções foram aparecendo, convites para pré-estreias…tudo por causa do blog. Então resolvi levar essa brincadeira adiante. E agora mais ainda. O Cinema O Rama é um site. Não tenho intuito de levar o site às alturas da popularidade, afinal, o foco sempre foi um cinema não tão acessível, autoral, de salas pequenas, de mostras e festivais. Mas, quem sabe, né? Para quem criou um blog para falar de um festival, acho que fui até longe demais! Seja bem vindo!
Pedro Tavares
EXPEDIENTE
Cito o dia em que levei minha mãe ao cinema para ver “Kids” de Larry Clark como minha iniciação ao cinema, porém já havia provado de Hitchcock, Ridley Scott e Quentin Tarantino por escolha de minha progenitora. Sou formado em cinema e hoje faço parte da produção do Festival Internacional de Cinema Infantil e assistente de Programação e curador da mostra mundial do Indie – Mostra de Cinema Mundial, além de contribuir com briefings para o CineEsquemaNovo e o Festival do Rio.
Rogério de Moraes – Crítico
Quando ela chegou foi uma alegria. Era de segunda mão, reformada. Olivetti Linea 98. Minha primeira máquina de escrever. Num tempo em que havia mercado para máquinas de escrever de segunda mão. O tempo passa. Comecei a escrever aos 13 anos. Como ninguém se opôs, sigo até hoje. Tenho 37. Escritor, blogueiro, jornalista, cinéfilo. Nessa ordem ou não. Nascido, criado e endurecido na cidade de São Paulo. Atleta amador, gordinho e de óculos. Tenho um blog há mais de 8 anos e tive outros antes. O tempo passa. Já fui colaborador do Guia da Semana. Atualmente colaboro com a revista e o site de Época São Paulo. Apaixonado por literatura, corrida de rua, F1 e, claro, cinema. De São Paulo para o Cinemaorama. O tempo é agora.
Natália Alonso – Coluna “Sessão Naftalina”
Cinema 24 vezes por segundo. Aprecio a arte, simplesmente, em todas as suas vertentes e manifestações. Mas o cinema tem algo a mais, um quê de não sei o quê, aquele sentimento inexplicável que surge no final de uma sessão, ou a ansiedade na espera de uma estreia. E dizem que a verdadeira paixão não é passível de explicação e é assim que me sinto com cinema. Bergman é meu diretor preferido e não seria justo citar todos os que gosto, certamente esqueceria de algum. Entre os meus filmes preferidos, “O Sétimo Selo” e “Persona”, ambos de Bergman, e “A Dupla Vida de Veronique” de Kieslowski, destacam-se. Sou formada em Letras, com cursos de pós-graduação nas áreas de Língua e Literatura, História da Arte e Análise do Discurso, já lecionei Língua Portuguesa e atualmente faço revisão de textos em uma empresa de concursos públicos.
Leonardo Freitas – Coluna “Cinéphilie” e apresentador do “Cinecast”
Cinéfilo desde os 14 anos, me formei em 2008 em Jornalismo pela Anhembi Morumbi e já trabalhei em editora de revistas segmentadas, assessoria de imprensa de Moda e Cultura, agência de publicidade e atuei como editor-júnior temporário no Portal Terra na editoria Diversão, escrevendo sobre Cinema, TV, Gente, Música e Arte e Cultura. Já colaborei para sites de Cinema como Almanaque Virtual, Revista O Grito e Confraria de Cinema. Atualmente, trabalho como responsável pela Comunicação do Sinquisp (Sindicato dos Químicos, Químicos Industriais e Engenheiros Químicos do Estado de São Paulo). Além disso, criei meu blog Dial M For Movies com resenhas críticas em 2009, mesmo ano que comecei a colaborar com o Guia da Semana e, em 2011, me tornei colaborador d’O Blog do Nerd Alcóolatra e do Cinema O Rama, com a coluna Cinéphilie, onde dedico meus escritos ao belíssimo Cinema Francês.
Marina Alves – Apresentadora do “Cinecast”
Meio designer, meio jornalista, meio social media e meio crítica de cinema, como você. Fã da época de ouro de Hollywood, stalker das celebridades que já morreram e, de quebra, apaixonada por tudo que a França produz. Viciada na sensação de imersão de uma sala de cinema semi-vazia, com todo mundo esperando por aqueles segundos em que as luzes se apagam e a projeção vai começar. Meu primeiro Truffaut foi Um Só Pecado. Amei. Já o Almodóvar, em Fale com Ela, detestei. Mas tive chances de mudar minha opinião – e odeio quem é categórico e não revê conceitos. Cinema pra mim não é arte, é elixir em forma de película (mas, atualmente, aceito em cópia digital também). Tenho vários boxes da Audrey Hepburn, uma tatuagem em homenagem a Greta Garbo e, segundo a dona Terezinha, minha mãe e fã da Julia Roberts, um péssimo gosto pra filmes.
Márcia Freddy – Coluna “Subtende-se Algo?”
Meu nome é “Subtendida”, mas vocês podem me chamar de “Marcia”. Sou roteirista e atualmente não possuo nenhum foco em minha vida que eu possa chamar de “interessante”. Hoje em dia, assim como tudo mundo, me considero escritora e crítica de cinema . Moro em São Paulo, embora não seja paulistana. Gosto de ler, escrever, comer, dormir e ver filme. Para todo o resto respondo, assim como Billy Wilder, que “ninguém é perfeito”.
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