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	<title>Cinema O Rama</title>
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		<title>Promoção: O que Eu Mais Desejo</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 19:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Promoções]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>

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		<description><![CDATA[Em parceria com a Imovision, o Cinemaorama sorteará 10 pares de ingressos e cards de O que eu... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/promocao-o-que-eu-mais-desejo/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-9757" href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/promocao-o-que-eu-mais-desejo/koreeda/"><img class="aligncenter size-full wp-image-9757" title="koreeda" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/05/koreeda.png" alt="" width="277" height="246" /></a></p>
<p>Em parceria com a<strong> Imovision</strong>, o <strong>Cinemaorama</strong> sorteará 10 pares de ingressos e cards de<strong> O que eu Mais Desejo</strong> de <strong>Hirokazu Kore-ed</strong>a. Para participar, siga os perfis do Cinemaorama (<a href="http://www.facebook.com/pages/Cinema-O-Rama/140194976018508">Facebook</a> / <a href="http://www.twitter.com/cinemaorama">Twitter</a>) e da Imovision (<a href="http://www.facebook.com/imovision">Facebook</a> / <a href="http://www.twitter.com/cinemaorama">Twitter</a>) e compartilhe as mensagens sobre a promoção.</p>
<p><strong>O que eu Mais Desejo</strong> conta a história de dois irmãos que vivem separados após o divórcio de seus pais. Koichi, o mais velho, de 12 anos, mora com sua mãe no sul da ilha e seu irmão mais novo Ryunosuke com o pai, no norte da ilha. O que o irmão mais velho deseja, acima de tudo, é que sua família viva junto novamente. Por isso, quando escuta de um amigo da escola a história de que um desejo pode ser realizado se feito no momento em que dois trens-bala se cruzam, ele decide organizar uma viagem secreta até o ponto de intersecção dos trens, onde o milagre poderá acontecer.</p>
<p>O resultado será divulgado no dia 24/05.</p>
<p>Boa sorte!</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="455" height="550" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-HAKKq-LHic" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="455" height="550" src="http://www.youtube.com/v/-HAKKq-LHic"></embed></object></p>
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		<title>Crítica: Mãe e Filha</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 15:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Um exercício contemplativo intercedido por representações enigmáticas e metáforas. Mãe e... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-mae-e-filha-2/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-9751" href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-mae-e-filha-2/mae-e-filha-pbrf/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9751" title="mae-e-filha-PBRf" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/05/mae-e-filha-PBRf-636x357.jpg" alt="" width="636" height="357" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um exercício contemplativo intercedido por representações enigmáticas e metáforas. <strong>Mãe e Filha</strong> expurga da relação distante de duas mulheres a dor do passado, a  ambigüidade do presente e o ilusionismo do futuro no silencioso sertão  do Ceará. As memórias ganham vida e se transformam em pesadelo e alívio  com a mudança de ótica de cada personagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Dirigido por <strong>Petrus Cariry</strong> (<strong>O Grão</strong>),  Mãe e Filha se atém à ambigüidade quando desconstrói a pureza de vida e  morte e sua carga espiritual amplificada pelas ruínas das locações e a  beleza da natural que envolve este silencioso caos emocional regido por  um tempo abstrato, que não se tem certeza que acontecera. A distância  física (capital/sertão) e filosófica (vida/morte e passado/futuro)  posiciona a relação de duas mulheres à margem do amor fraterno.</p>
<p style="text-align: justify;">Instigante, o longa de Cariry aborda  mundos distintos; aqui, o impacto simbolizado por uma criança leva ao  desnorteamento pelo lado inesperado. A filha, sã, resolve então tornar a  realidade mais forte numa das cenas mais bonitas do filme. Mas aprende  que sem a fantasia (ou espiritualidade) nada tem sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2590" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/kick-ass-quebrando-tudo/5star-3/"><img class="alignleft size-full wp-image-2590" title="5star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/5star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>MÃE E FILHA</strong> (Idem, Brasil, 2011) <strong>Direção:</strong> Petrus Cariry <strong>Roteiro: </strong>Petrus Cariry, Firmino Holanda, Rosemberg Cariry <strong>Elenco: </strong>Zezita Matos, Juliana Carvalho <strong>Duração:</strong> 82 min <strong>Distribuição:</strong> Lume Filmes</span></p>
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		<title>Crítica: Uma Longa Viagem</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 03:08:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
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		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rodrigo Giordano Uma Longa Viagem é uma história extremamente pessoal, na qual, Lúcia... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-uma-longa-viagem/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-9742" href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-uma-longa-viagem/uma-longa-viagem/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9742" title="uma longa viagem" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/05/uma-longa-viagem-636x357.jpg" alt="" width="636" height="357" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por Rodrigo Giordano</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma Longa Viagem</strong><em> </em>é uma história extremamente pessoal, na qual, <strong>Lúcia Murat</strong> busca reviver as próprias experiências e a de seus dois irmãos, <strong>Heitor e Miguel</strong>, durante os anos de chumbo, expondo os diferentes caminhos seguidos por eles, principalmente os dela e de Heitor. O filme é dedicado a Miguel, cuja morte impulsionou a realização do longa.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que seu filho mais novo não seguisse os passos da irmã e participasse da luta armada, a mãe dos protagonistas o envia para Londres. É aí que se inicia a história de andarilho de Heitor, que não conseguirá mais estabelecer-se em lugar algum, formando uma relação antitética com sua irmã quanto ao descontentamento com o sistema repressor: enquanto Lúcia permanece no Brasil como presa política, seu irmão move-se incessantemente pelo mundo, experimentando todos os tipos de entorpecentes que suas andanças permitem. Dessa relação nasce algo do que há de mais valoroso no filme, pois Lúcia Murat não emprega um juízo de valor nas distintas escolhas feitas por ela e seu irmão, pelo contrário, as trata como o que são: posicionamentos pessoais diante de um momento político extremamente conturbado.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, <strong>Uma Longa Viagem</strong><em> </em>é um filme dividido em três, intercalando-se imagens de arquivo com narrações da diretora, entrevista da mesma com Heitor e encenações de <strong>Caio Blat </strong>(interpretando o irmão mais novo). É esta última que faz desandar o documentário de Lúcia Murat; não por incompetência do ator, mas porque essas cenas deslocam a interessante premissa acima exposta.</p>
<p style="text-align: justify;">Caio declama as cartas enviadas por Heitor à sua família, olhando para a câmera e interagindo com uma projeção de lugares pelos quais o irmão da diretora passou em suas viagens. Isso faz com que a parte pretensamente ficcional do filme seja marcada por uma interpretação realista, verossímil, o que fica evidente em uma cena em que a tela é dividida em dois e ouvimos a mesma história sendo contada pelo ator e pelo irmão mais novo, sendo que, ao final, Caio faz exatamente o mesmo gesto de quem interpreta.</p>
<p style="text-align: justify;">A diretora parece não perceber que a força de<strong> Uma Longa Viagem</strong> está exatamente nas entrevistas de Heitor, um sujeito carismático, espontâneo, que consegue construir uma forte ligação com o espectador. A conexão entre história real e história encenada torna-se frágil, deixando a aparência de que a participação de Caio Blat no longa é apenas um artifício vazio de linguagem, como se a diretora não quisesse fazer mais um documentário apenas com imagens de arquivo e entrevistas (muito recorrente nos documentários dos últimos vinte anos). Ótima intenção, péssima execução.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2569" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/lancamentos-em-dvd-de-junho/2star-25/"><img class="alignleft size-full wp-image-2569" title="2star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/2star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>UMA LONGA VIAGEM</strong> (Idem, Brasil, 2011) <strong>Direção:</strong> Lucia Murat <strong>Roteiro:</strong> Lucia Murat <strong>Elenco:</strong> Caio Blat <strong>Duração:</strong> 97 min <strong>Distribuição:</strong> Vitrine Filmes</span></p>
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		<title>Promoção: Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 02:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Promoções]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>

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		<description><![CDATA[O cinemaorama sorteará dois kits do filme Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/promocao-eu-receberia-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9729" href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/promocao-eu-receberia-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios/kit_eureceberia/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9729" title="KIT_EURECEBERIA" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/05/KIT_EURECEBERIA-600x400-custom.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a>O <strong>cinemaorama </strong>sorteará dois kits do filme <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-eu-receberias-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios/"><strong>Eu Receberia as Piores  Notícias dos seus Lindos Lábios</strong></a>, dirigido por<strong> Beto Brant</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme conta a  história de Cauby (<strong>Gustavo Machado</strong>) que tem 40 anos, trabalha como  fotógrafo de uma revista semanal e resolveu trocar São Paulo pelo  interior do Pará. Cético em relação ao amor e devotado à beleza, ele  encontra num lindo cenário amazônico a bela e instável Lavínia (<strong>Camila  Pitanga</strong>), mulher do pastor Ernani (<strong>Zecarlos Machado</strong>), homem que acredita  ser possível consertar as contradições humanas. Mas no interior do país  ainda existem lugares onde a honra se lava com sangue e Cauby não  imaginava que acabaria envolvido num triângulo amoroso imprevisível,  fazendo com que ele perdesse o controle da própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O kit  contém um porta-retrato, um porta-papel, um pôster e ingressos do filme.  Para participar, siga os perfis do cinemaorama no <a href="http://www.twitter.com/cinemaorama">Twitter</a> ou <a href="http://www.facebook.com/pages/Cinema-O-Rama/140194976018508">Facebook</a> e  os perfis do filme no <a href="http://www.twitter.com/eureceberia">Twitter</a> ou <a href="http://www.facebook.com/eureceberia">Facebook</a> e compartilhe a mensagem da  promoção.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado será divulgado no dia 08/05.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa sorte!</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="525" height="470" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nzdrsuV6wyk" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="525" height="470" src="http://www.youtube.com/v/nzdrsuV6wyk"></embed></object></p>
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		<title>Crítica: Amor e Dor</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 19:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Se há alguma virtude em Amor e Dor, ela está no sufocante espaço cênico que moldura a intensa... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-amor-e-dor/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9725" href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-amor-e-dor/amor-e-dor/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9725" title="amor e dor" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/05/amor-e-dor-636x357.jpg" alt="" width="636" height="357" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Se há alguma virtude em <strong>Amor e Dor</strong>, ela está no sufocante espaço cênico que moldura a intensa relação de impulsividade e submissão de Hua (<strong>Corinne Yam</strong>) e Matthieu (<strong>Tahar Rarim</strong>). A câmera nauseante de <strong>Lou Ye</strong> enverniza a idéia de caos e claustrofobia estética como reflexo de situações empíricas e inexplicáveis de uma paixão.</p>
<p style="text-align: justify;">De fios narrativos soltos, <strong>Ye</strong> intenciona a dinâmica do julgamento – quem é vilão nesta história, afinal? Personagens vêm e vão com única razão ilustrativa: seja pelo caminho da violência ou do desejo, a impunidade parece inerente ao casal e aos que estão ao redor. E o mistério da conduta de Hua e Matthieu é a imagem principal do filme, que não se sustenta nem mesmo com cenas expressivas onde sexo e violência se misturam.</p>
<p style="text-align: justify;">Ye, como sempre, coloca o dedo nas feridas, mas não se preocupa em criar laços com nada, nem com Paris ou Pequim, locais por onde Hua desenha locais de vivência e fuga, respectivamente. Um frio reflexo dos dias atuais, onde não se pertence a nada e ninguém, nem que ambos te espanquem de forma literal e figurada.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2566" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/lancamentos-em-dvd-de-junho/3star-38/"><img class="alignleft size-full wp-image-2566" title="3star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/3star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>AMOR E DOR</strong> (Love and Bruises, França/China, 2011) <strong>Direção: </strong>Lou Ye <strong>Roteiro:</strong> Lou Ye, Catherine Paillé, Jie Liu-Falin <strong>Elenco:</strong> Corinne Yam, Tahar Rarim, Jalil Lespert, Vincent Rottiers <strong>Duração:</strong> 105 min <strong>Distribuição: </strong>Imovision</span></p>
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		<title>Crítica: Paraísos Artificiais</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 20:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Adulterar a realidade não é dos mais novos hábitos da sociedade. A visão glamourosa dada às... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-paraisos-artificiais/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9719" href="http://www.cinemaorama.com/2012/05/critica-paraisos-artificiais/paraisos-artificais/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9719" title="paraísos artificiais" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/05/paraísos-artificais-636x357.jpg" alt="" width="636" height="357" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Adulterar a realidade não é dos mais novos hábitos da sociedade. A visão glamourosa dada às viagens lisérgicas através da literatura e música nos anos 60 em especial alinhavam estética e existência. Não é o caso de <strong>Paraíso Artificiais</strong>, <em>debu</em>t de Marcos Prado na direção de ficções: seu filme carece de expressão das mais variadas formas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em <strong>Paraísos Artificiais</strong> a estética é fetiche: o horizonte de <em>neon</em>, os corpos definidos, a bagunça de um apartamento da zona sul carioca ou a beleza de <strong>Amsterdam</strong> compõem um deleite visual que não tem a mesma freqüência da história de desencontros que guia a narrativa apoiada no uso e tráfico de drogas sintéticas ligado diretamente a estereótipos.</p>
<p style="text-align: justify;">A visão do consumidor de drogas na cena de música eletrônica nascida nos anos 90 na Europa – que teve reflexos em <em>raves</em> em locais desertos no Brasil – em poucos momentos equivale consciência à ação do filme. O drama é o cerne da história e por vezes tem o desfoque de causa e conseqüência, sem simbologias ou metáforas. Tudo é direto e reto. Ou rápido e raso. Paraísos Artificiais se sustenta pela montagem, onde <em>flashbacks</em> impõem o choque à história e, claro, ao espectador. Basta saber quais foram pegos pela previsibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2536" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/o-golpista-do-ano/1star-10/"><img class="alignleft size-full wp-image-2536" title="1star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/1star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a><strong><br />
</strong></p>
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>PARAÍSOS ARTIFICIAIS</strong> (Idem, Brasil, 2012) <strong>Direção:</strong> Marcos Prado <strong>Roteiro:</strong> Cristiano Gualda, Pablo Padilla, Marcos Prado <strong>Elenco:</strong> Nathalia Dill, Luca Bianchi, Lívia de Bueno, Cadu Fávero <strong>Duração:</strong> 96 min <strong>Distribuição:</strong> Nossa/Rio Filme</span></p>
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		<title>Promoção: Paralelo 10</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 20:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Promoções]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>

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		<description><![CDATA[Em parceria com a Gávea Filmes, o Cinemaorama sorteará 10 pares de ingresso do filme Paralelo... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/promocao-paralelo-10/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9711" href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/promocao-paralelo-10/paralelo-10/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9711" title="paralelo 10" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/04/paralelo-10-625x402-custom.jpg" alt="" width="625" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em parceria com a <strong>Gávea Filmes</strong>, o<strong> Cinemaorama</strong> sorteará 10 pares de ingresso do filme <strong>Paralelo 10</strong> dirigido por <strong>Silvio Da-Rin</strong>. O filme é um registro sobre os últimos índios completamente livres no planeta. Um barco sobe o Rio Envira, no Acre, levando o sertanista José Carlos  Meirelles e o antropólogo Terri de Aquino. Eles vão discutir com índios  Madijá e Ashaninka como atenuar o tenso relacionamento com os índios  &#8220;brabos&#8221; que habitam a região.</p>
<p style="text-align: justify;">Para participar, siga os perfis do Cinemaorama no <strong><a href="http://www.twitter.com/cinemaorama">Twitter</a></strong> ou no<strong> <a href="http://www.facebook.com/pages/Cinema-O-Rama/140194976018508">Facebook</a></strong> e compartilhe a mensagem sobre a promoção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">O resultado será divulgado no dia 03/05. A responsabilidade do envio dos ingressos é da Gávea Filmes.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Boa sorte!</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="525" height="450" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/T2XmlV205As" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="525" height="450" src="http://www.youtube.com/v/T2XmlV205As"></embed></object></p>
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		<title>Crítica: Girimunho</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 20:18:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Girimunho, a câmera de Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina é observadora, coadjuvante... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-girimunho/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-9707" href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-girimunho/girimunho-2/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9707" title="girimunho" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/04/girimunho-636x357.jpg" alt="" width="636" height="357" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em <strong>Girimunho</strong>, a câmera de <strong>Helvécio Marins Jr</strong>. e <strong>Clarissa Campolina</strong> é observadora, coadjuvante e expositiva. As locações se transformam lentamente em um personagem fundamental – ser o local, pertencer a ele e tê-lo como sua extensão. O tom documental amplifica a abordagem poética desta jornada espiritual sobre vida e morte.</p>
<p style="text-align: justify;">O cotidiano de <strong>Batsu</strong> (a excelente <strong>Maria Sebastiana</strong>) é a estrutura para Marins e Campolina traçarem limites ao luto e a sanidade de sua protagonista; <strong>Girimunho</strong> ganha traços oníricos enquanto iguala o cinema aos sonhos e a multiplicidade da imaginação em devaneios e expurgação das mais variadas formas.</p>
<p style="text-align: justify;">Fé, saudade, identidade e religião se confundem nas ruas de São Romão, interior de <strong>Minas Gerais</strong>. Espanta a verossimilhança aos impulsos que chamamos de realidade ou o que acontece quando as câmeras se desligam. Girimunho tem a leveza de um breve momento de paz e contemplação com a força de uma indagação sobre o sentido de ser em forma poética, sem cartilhas, apenas instinto.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2234" href="http://www.cinemaorama.com/2010/04/as-melhores-coisas-do-mundo/4half-3/"><img class="alignleft size-full wp-image-2234" title="4half" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/04/4half.gif" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>GIRIMUNHO</strong> (Idem, Brasil, 2011) <strong>Direção:</strong> Helvécio Marins Jr., Clarissa Campolina <strong>Roteiro:</strong> Felipe Bragança <strong>Elenco:</strong> Maria Sebastiana, Martina Álvaro, Maria da Conceição Gomes de Moura, Wanderson Soares <strong>Duração:</strong> 90 min <strong>Distribuição:</strong> Vitrine Filmes</span></p>
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		<title>Crítica: O Homem que Não Dormia</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 01:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais e Mostras]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra do Filme Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Semana dos Realizadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Em seu campo imutável regido pelas lembranças e associações à identidade nacional, Edgard... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-o-homem-que-nao-dormia-2/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9703" href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-o-homem-que-nao-dormia-2/o-homem-que-nao-dormia-2/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9703" title="o homem que não dormia" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/04/o-homem-que-não-dormia-636x436.jpg" alt="" width="636" height="436" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em seu campo imutável regido pelas lembranças e associações à identidade nacional, <strong>Edgard Navarro</strong> (O Super Outro, Eu Me Lembro) faz de <strong>O Homem que Não Dormia</strong> o foco místico deste amplo e curioso estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Navarro utiliza um pequeno vilarejo do  interior para analisar seus personagens como “não-pessoas” e sim como  parte (ou peças) da massa – que alimentam diversos preceitos de credo e  ampliam a ótica humanista sem a necessidade proximidade. Lendas urbanas e  folclore unem-se ao humor agridoce para construir uma obra subversiva  funcional graças aos eixos diversos como a censura e alienação diluídos  na figura que batiza o filme.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Homem que Não Dormia</strong> não possui definições de discurso (apesar de claros momentos de deboche)  – abordar o assunto e suas multiplicidades tão complexas através da  simplicidade de cidadãos interioranos é o suficiente para Navarro seguir  o  panorama de seus últimos filmes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2566" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/lancamentos-em-dvd-de-junho/3star-38/"><img class="alignleft size-full wp-image-2566" title="3star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/3star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>O HOMEM QUE NÃO DORMIA</strong> (Idem, Brasil, 2011) <strong>Direção:</strong> Edgard Navarro <strong>Roteiro:</strong> Edgard Navarro <strong>Elenco:</strong> Bertrand Duarte, Ramon Vane, Fabio Vidal, Evelin Buchegger <strong>Duração:</strong> 93 min <strong>Distribuição:</strong> Pandora Filmes</span></p>
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		<title>Crítica: Sete Dias com Marilyn</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 22:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucos conheceram Norman Jeane, ou só “Marilyn”, como ela gostava de ser chamada. Uma mulher... <a href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-sete-dias-com-marilyn/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9697" href="http://www.cinemaorama.com/2012/04/critica-sete-dias-com-marilyn/sete-dias-com-marilyn/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9697" title="sete dias com marilyn" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2012/04/sete-dias-com-marilyn-636x450.jpg" alt="" width="636" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Poucos conheceram <strong>Norman Jeane</strong>, ou só “Marilyn”, como ela gostava de ser chamada. Uma mulher segura, persuasiva e charmosa. Já <strong>Marilyn Monroe</strong> espelhava uma figura insegura em relação à arte, <em>mise en scène</em> e o futuro de sua carreira. <strong>Sete Dias com Marilyn</strong>, apesar de ser narrado em primeira pessoa – pelo terceiro assistente de direção de <strong>O Príncipe Encantado</strong>, <strong>Colin Clark</strong>, que como todos os integrantes da equipe de Marilyn se apaixonaram pela estrela e confundiram os sentimentos com os sintomas conflituosas da atriz – não apagam o lado sombrio da história.</p>
<p style="text-align: justify;">Dirigido por <strong>Simon Curtis</strong>, o longa tem em seu contorno a magia que Marilyn carregava consigo. Bastava um olhar para horas de atraso ser perdoadas. Um sorriso para um homem se apaixonar. Um gesto para uma equipe acatar suas exigências. E o que mimava a atriz a definiu como uma das estrelas mais contraditórias da história do cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">Como os cofres mandam, <strong>Sete Dias com Marilyn</strong> é envernizado por uma história de amor e o breve desencontro entre patrão e empregado, estrela e súdito. Algo que impossibilita qualquer tipo de aprofundamento na psique de Monroe e da conturbada equipe de O Príncipe Encantado, filme que antecipou <strong>Quanto Mais Quente Melhor</strong>, o maior sucesso da carreira da atriz.</p>
<p style="text-align: justify;">Latejantes por todo o filme, a instabilidade da protagonista e a impaciência de Laurence Olivier, o diretor, vivido por <strong>Kenneth Branagh</strong>, traçam um momento conturbado que, infelizmente, definiu o restante da carreira da atriz, que faleceu aos 36 anos. Mas, se o que realmente ronda a expectativa do filme é a entrega de Michelle Williams ao seu papel, corra para o cinema – impressiona a noção de Williams que não se trata de um tributo ou reconstituição exata de um tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2566" href="http://www.cinemaorama.com/2010/06/lancamentos-em-dvd-de-junho/3star-38/"><img class="alignleft size-full wp-image-2566" title="3star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/3star.jpg" alt="" width="67" height="15" /></a><strong><span style="color: #888888;"><br />
</span></strong></p>
<p><br/>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>SETE DIAS COM MARILYN</strong> (My Week With Marilyn, Reino Unido, 2011) <strong>Direção:</strong> Simon Curtis <strong>Roteiro:</strong> Simon Curtis <strong>Elenco:</strong> Michelle Williams, Kenneth Branagh, Emma Watson, Dominic Cooper <strong>Duração:</strong> 98 min <strong>Distribuição:</strong> Imagem Filmes</span></p>
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