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	<title>Cinema O Rama &#187; Spoilers</title>
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		<title>Lançamentos nas Locadoras em Setembro</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 16:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Spoilers]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento em DVD]]></category>

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		<description><![CDATA[O PREÇO DA TRAIÇÃO (Chloe, EUA/Canadá/França, 2009) de Atom Egoyan A paranóia sentimental... <a href="http://www.cinemaorama.com/2010/09/lancamentos-nas-locadoras-em-setembro/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.ante-cinema.com/wp-content/uploads/2010/02/Chloe_movie.jpg" alt="" width="402" height="128" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PREÇO DA TRAIÇÃO (Chloe, EUA/Canadá/França, 2009) de Atom Egoyan</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A paranóia sentimental da protagonista chega a envolver por um tempo, mas a previsibilidade do roteiro acaba com o filme. A narrativa do filme consegue entreter, mas O Preço da Traição é daqueles casos que na primeira sequência do filme é possível imaginar o seu fim. Seu epílogo é um dos mais fracos dos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2569" title="2star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/2star.jpg" alt="2star" width="67" height="15" /></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-2987" title="091" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/09/091-400x127-custom.jpg" alt="091" width="400" height="127" /></p>
<p><strong>OS FAMOSOS E OS DUENDES DA MORTE (Idem, Brasil/França, 2009) de Esmir Filho<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esmir Filho utiliza uma colônia alemã no Rio Grande do Sul para implicitamente dialogar com uma geração que por falta de oportunidades e com o consequente consumo do tédio, desvaloriza a vida. Alguns desistem. Vegetar também é uma opção. Outros se apóiam em lembranças ou artistas (algo costumeiro entre os adolescentes), aqui representados pela imagem do cantor Bob Dylan – o que também pode criar acusações de oportunismo por parte do diretor. Sempre apoiado num cinema sensorial, que enxuga os diálogos, Esmir Filho capta o sentimento de perda em todas suas formas até uma profunda desconstrução da angústia. Mesmo com exageros comuns de um debut diretorial, a obra de Esmir Filho o aponta um futuro promissor.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2568" title="3half" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/3half.gif" alt="3half" width="67" height="15" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.ante-cinema.com/wp-content/uploads/2010/02/dear_john.jpg" alt="" width="402" height="131" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>QUERIDO  JOHN (Dear John, EUA, 2010) de Lasse Hallström</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Assim como o <em>feel good movie </em>do ano passado <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/11/06/500-dias-com-ela/"><em>(500) Dias Com Ela</em></a>, o longa de Hallström<a href="http://www.imdb.com/name/nm0002120/"></a> concentra suas forças nos efeitos da distância e nos momentos críticos de uma relação, mas sem a afetação  “videoclipada” do longa de Marc Webb. Hallström<a href="http://www.imdb.com/name/nm0002120/"></a> tem dificuldade de encarar o seu filme como uma unidade e parece lutar contra essa problemática que se resolve apenas no ato final, junto com as boas reviravoltas que o roteiro entrega. Já para distribuir seus temas, o diretor tem total controle e ousa ao tratar a guerra como coadjuvante de uma história de amor.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2609" title="3star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/3star1.jpg" alt="3star" width="67" height="15" /></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/05/06/querido-john/">Leia a resenha completa.</a></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.vooz.com.br/userfiles/chico-xavier-filme-tt-600-01.jpg" alt="" width="402" height="128" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CHICO XAVIER (Idem, Brasil, 2010) de Daniel Filho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fugindo de uma cartilha comum no cinema nacional, Daniel Filho parece mais preocupado em explorar a linguagem cinematográfica ao posicionar as tramas paralelas de <em>Chico Xavier</em> de uma forma que elas salientem os dons do médium. Tal recurso acaba eliminando da narrativa um lado ainda desconhecido pelo público – Como era Chico em sua intimidade, seus conflitos e fraquezas. Pelas lentes de Daniel Filho, vemos um homem de fé inabalável que tem as palavras e atitudes certas para quebrar qualquer coração. Por outro lado, o filme não se assume como um melodrama mas mantém consciência que é uma obra dirigida às massas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2609" title="3star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/3star1.jpg" alt="3star" width="67" height="15" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2974" title="parnassus" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/09/parnassus-402x115-custom.jpg" alt="parnassus" width="402" height="115" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O MUNDO IMAGINÁRIO DO DR. PARNASSUS (The Imaginarium of Doctor Parnassus, Inglaterra/Canadá/França, 2009) de Terry Gilliam</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A mesmice em relação às outras obras de Gilliam acaba por enfraquecer a persuasão do roteiro ao envolvimento do espectador. Tudo parece calculado o suficiente para parecer uma obra de autor. Já a tão comentada atuação de Heath Ledger, é de fato, uma potência considerável para o filme. Infelizmente, teve de ser substituído pelos nada inspirados Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrel. De qualquer modo, o visual continua sendo um personagem e também um espetáculo a parte. Nele, boa parte da potência do filme é depositada e consegue uma resposta a altura. Já o roteiro não consegue conduzir com a mesma equivalência a atenção do espectador. Consequentemente, o resultado final de <em>O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus </em>é irregular.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2324" title="2half" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/05/2half1.gif" alt="2half" width="67" height="15" /></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/05/04/o-mundo-imaginario-do-dr-parnassus/">Leia a resenha completa.</a></p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.interviewmagazine.com/files/2009/05/19/img-bright-star_181756983801.jpg" alt="" width="400" height="123" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BRILHO DE UMA PAIXÃO (Bright Star, Inglaterra/Austrália/França, 2009) de Jane Campion</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A coibição da natural evolução de um sentimento transparente como o amor poderia se transformar numa angustiante e envolvente história, mesmo num molde melodramático, mas toda a distância sugerida neste filme serve como uma catapulta para a atenção do espectador.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2384" title="1star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/05/1star1.jpg" alt="1star" width="67" height="15" /></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/02/11/brilho-de-uma-paixao/">Leia a resenha completa</a></p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.urgente24.com/uploads/pics/secreto-de-sus-ojos-2.jpg" alt="" width="401" height="122" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O SEGREDO DOS SEUS OLHOS (El Secreto de sus Ojos, Argentina, 2009) de Juan José Campanella</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Segredo de Seus Olhos</em> é um filme que se preocupa em condensar ritmo e intensidade dramática, com subtexto pesado, mas não menos instigante que o thriller que digerimos. Obra-prima.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2590" title="5star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/5star.jpg" alt="5star" width="67" height="15" /></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/02/25/o-segredo-de-seus-olhos/">Leia a resenha completa</a></p>
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		<title>A Origem</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 17:41:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Spoilers]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pequena e óbvia analogia às possibilidades do cinema pode ser atrelada ao roteiro de A... <a href="http://www.cinemaorama.com/2010/08/a-origem/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2763" title="a origem" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/08/a-origem-400x121-custom.jpg" alt="a origem" width="400" height="121" /></p>
<p style="text-align: justify;">Uma pequena e óbvia analogia às possibilidades do cinema pode ser atrelada ao roteiro de <em>A Origem</em>. Afinal, só a sétima pode se assemelhar tanto aos sonhos. Só na tela de cinema podemos ver a materialização de um sonho em “tempo real”. Esta brecha é explorada minuciosamente por Christopher Nolan, um diretor que sempre foge de convencionalismos. O tempo, a imersão, a sensação de queda e o vespertino despertar são apenas algumas identificações que o diretor desenvolve com o espectador. Sabendo desse vasto leque de informações, Nolan dispensa a fragmentação da narrativa, mas não deixa de confundir, o que é de praxe em seus filmes.</p>
<p style="text-align: justify;">E criar a equivalência entre a realidade e os sonhos é o <em>tour de force</em> do filme de Nolan. A impressionante plástica e ótimo <em>timing</em> para representar e desconstruir facetas distintas deste estado aumentam o impacto para configurar um filme de gênero. Envolve-se muito mais pelos aspectos citados que pela trama em si. A construção do thriller é igual a qualquer outro. Não estamos à frente de um filme de múltiplas saídas, como os de David Lynch, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">A composição de personagens e seus conflitos são batidos e não condizem com toda originalidade do filme. Estão lá os conflitos amorosos e as mesmas motivações para os personagens se corromperem: ganância e incerteza. Fica evidente em certo momento que Nolan busca criar uma nova experiência ao espectador sem ultrapassar as fronteiras de seu conforto. Que não saia da passividade e resolva interagir com o filme. Em devidas proporções, <em>A Origem</em> se conclui sem fugir de um lugar comum no cinema contemporâneo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-2609" title="3star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/3star1.jpg" alt="3star" width="67" height="15" /></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>A ORIGEM</strong> (Inception, EUA/Inglaterra, 2010) <strong>Direção:</strong> Christopher Nolan <strong>Roteiro:</strong> Christopher Nolan <strong>Elenco:</strong> Leonardo DiCaprio, Ellen Page, Joseph Gordon-Levitt, Marion Cotillard <strong>Duração:</strong> 148 min</span></p>
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		<title>Coberturas: Descobrindo o Cinema Filipino e SP Terror</title>
		<link>http://www.cinemaorama.com/2010/07/coberturas-descobrindo-o-cinema-filipino-e-sp-terror/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 23:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Curadores de mostras de cinema merecem respeito e admiração. Independente do gênero e do... <a href="http://www.cinemaorama.com/2010/07/coberturas-descobrindo-o-cinema-filipino-e-sp-terror/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Curadores de mostras de cinema merecem respeito e admiração. Independente do gênero e do público alvo dá um trabalho do cão produzir grade, catálogo, folders selecionar os filmes e aturar espectadores malas. Tento prestigiar essas mostras ao máximo, mas às vezes o tempo e/ou o dinheiro não permite(m).  Fica aqui os parabéns aos organizadores da Mostra Descobrindo o Cinema Filipino (Leonardo Levis e Raphael Mesquita) e do SP Terror (Betina Goldman, João da Terra Marconato, Alexandre Nakahara e Vitor Meloni). Abaixo, uma pequena cobertura sobre o que aconteceu e os filmes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DESCOBRINDO O CINEMA FILIPINO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por Pedro Tavares</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente não tive tempo suficiente para prestigiar muitos filmes da mostra. Dei prioridade aos filmes de Brillante Mendoza, que havia perdido na Mostra Indie do ano passado. Muito se fala sobre Mendoza e seu merecido prêmio no Festival de Cannes em 2009 por <em>Kinatay</em> e seu particular registro de um cotidiano caótico das ruas filipinas. Minhas breves impressões sobre os filmes vistos:</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2717" title="serbis" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/07/serbis-400x128-custom.jpg" alt="serbis" width="400" height="128" /></p>
<p><strong>SERBIS (Filipinas/França, 2008)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Rico em analogias referentes ao apreço pela influência que o cinema pode ter na vida de uma pessoa, Brillante Mendoza abrange esse assunto para, de forma implícita, abordar a importância, a manipulação e o futuro da sétima em uma trama que pouco tem a ver com ela. O cotidiano de uma família que cuida e mora nas dependências de um cinema pornô é visto com distância por Mendoza. O modelo documental é adotado pelo diretor que não se acanha em assumir a presença da câmera e explicitar a representação de um cenário. Discutem-se as regras, as morais e as necessidades de sobrevivência em um país carente sem tratamento narrativo. O caos é representado por um só elemento: o som.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2567" title="4star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/4star.jpg" alt="4star" width="67" height="15" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-2718 aligncenter" title="kinatay" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/07/kinatay-400x129-custom.jpg" alt="kinatay" width="400" height="129" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>KINATAY (Filipinas/França, 2009)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com uma trama concentrada num brutal crime, a tensão sugerida por <em>Kinatay</em> é absolutamente sensorial graças à ótima direção de Mendoza. Longas sequências, fotografia escura, uma sufocante proximidade à seu protagonista (que vai de bom moço a vilão em poucos minutos) e a simultânea distância à discussão de motivações para o assassinato realçam esta intenção. A preocupação está em realizar a imersão nas emoções de seu personagem principal, que paga por dizer “sim”. Seja na hora de casar ou de ser espectador de atos perversos. O caos dessa vez é interno, mas pode ser representado igualmente pelo cotidiano sempre captado pelas câmeras de Mendoza.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2567" title="4star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/4star.jpg" alt="4star" width="67" height="15" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2719" title="lola" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/07/lola-400x131-custom.jpg" alt="lola" width="400" height="131" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LOLA (Filipinas/França, 2009)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aparentemente devastadas pelo mesmo evento em dois pólos extremos, duas senhoras buscam a redenção através do dinheiro. Mendoza deixa em aberto as emoções de suas protagonistas. Em pouquíssimos momentos elas deixam vazar o que sentem em relação ao que aconteceu (uma é avó de um garoto assassinado e a outra, a avó do assassino). Ambas parecem dormentes à situação, pois o presente vem em doses cavalares de crueldade. É justamente neste ponto que o diretor cria toda a riqueza de seu filme.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2567" title="4star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/06/4star.jpg" alt="4star" width="67" height="15" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A Mostra &#8220;Descobrindo o Cinema Filipino&#8221; segue para Brasília, onde fica de 13 de Julho a 1º de Agosto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DESMEMBRANDO O  SP TERROR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por Luciana dos Anjos</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2720" title="SPTERROR" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/07/SPTERROR-400x153-custom.JPG" alt="SPTERROR" width="400" height="153" /><em> Survival of the Dead, de George A. Romero</em></p>
<p style="text-align: justify;">No início do mês aconteceu a 2ª edição do SP Terror, festival dedicado ao cinema fantástico e ao cinema de horror, gênero que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, seja em DVD ou nas salas de cinema. O  SP Terror aconteceu simultaneamente no Reserva Cultural e no Cinesesc Paulista e, durante uma semana  trouxe cerca de 30 produções, incluindo diversos filmes produzidos na América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">Em meio a filmes internacionais e brasileiros, longas e curtas-metragens, a programação deste ano trouxe o aguardado <em>Survival of the Dead</em>, de George Romero. O sexto filme da saga que o diretor iniciou nos anos 60 com <em>The Night of the Living Dead</em>, lotou a primeira sessão da Reserva Cultural na sexta-feira (01/08). O filme sensação em festivais ao redor do mundo teve uma distribuição atípica nos EUA, estreou primeiro em <em>Video-on-Demand</em> e só em maio deste ano entrou em cartaz no país.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2725" title="SPTERROR" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/07/SPTERROR1-400x177.jpg" alt="SPTERROR" width="400" height="150" /> <em>Marcas do Terror, de Takashi Miike</em></p>
<p style="text-align: justify;">O Cinesesc teve programação dedicada apenas para filmes do  diretor japonês Takashi Miike, ótima oportunidade para fãs do gênero que não conheciam a fundo sua obra. Filmes como o surreal <em>Visitante Q</em>, <em>Gozu</em> e da série Master of Horror, <em>Marcas do Terror</em>, foram exibidos ao longo do festival.</p>
<p style="text-align: justify;">No último dia de festival, um dos carros-chefe da programação ficou por conta da exibição do até então inédito <em>À Prova de Morte</em>, do diretor americano Quentin Tarantino, que estreou no Brasil com três anos de atraso: primeiro no festival e, depois, entrou em circuito. O filme de Tarantino faz parte do projeto <em>Grindhouse</em>, uma sessão dupla que trouxe o já disponível em DVD <em>Planeta Terror</em>, de Robert Rodriguez.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre outros filmes, destaque para <em>The Crazies</em>, <em>A Epidemia</em>, <em>Ingrid</em> e <em>O Sinistro</em> provaram que o gênero está em ascensão.  O evento também incluiu a exibição fechada do espanhol <em>REC 2</em> &#8211; que deve chegar ao Brasil ainda neste semestre &#8211; e uma pequena programação de curtas.  Paulistanos aficcionados por cinema de horror certamente prestigiaram o festival e já estão no aguardo do próximo!</p>
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		<title>Os vencedores do Oscar 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 06:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Oscar 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2004, quando Cidade de Deus foi indicado a quatro categorias do Oscar, sabíamos que Fernando... <a href="http://www.cinemaorama.com/2010/03/os-vencedores-do-oscar-2010/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1940" title="cameron" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/03/cameron-400x234.jpg" alt="cameron" width="400" height="234" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2004, quando <em>Cidade de Deus</em> foi indicado a quatro categorias do Oscar, sabíamos que Fernando Meirelles teria pequenas chances ao enfrentar o monstro <em>Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei </em>de Peter Jackson, indicado a onze categorias. Seis anos mais tarde, <em>Avatar</em> se torna o novo fenômeno cinematográfico, bate recordes de bilheterias e reinventa a forma de se ver a sétima arte. Mas afinal, toda tecnologia pode ser colocada em cheque quando a mensagem não é das melhores? A academia parece ter mudado seu ponto de vista e nos respondeu que sim. Os prêmios de Melhor Filme e Melhor Diretor para Kathryn Bigelow (primeira mulher a receber o prêmio de Melhor Diretor), diretora do grande vencedor da noite <em>Guerra ao Terror</em> prova que o entretenimento não está apenas em shows pirotécnicos . A beleza de uma obra é condensada em boa parte, no seu texto. O filme de Bigelow que recebeu mais de 70 prêmios nesta temporada repetiu a dose e foi o grande campeão desta edição do Oscar, ganhando seis estatuetas.</p>
<p style="text-align: justify;">A cerimônia deste ano foi mais dinâmica e com boas surpresas. A maior delas provavelmente o prêmio de Melhor Diretor que era dado como certo para James Cameron por todo seu trabalho em <em>Avatar</em>, que levou o prêmio de melhor fotografia, contrariando a expectativa que era para <em>A Fita Branca</em>. O filme de Haneke também era dado como vencedor na categoria Melhor Filme Estrangeiro, mas acabou perdendo para o excelente filme argentino <em>O Segredo de Seus Olhos</em>. Tivemos uma bonita (porém gratuita) homenagem ao gênero horror, que uniu <em>Nosferatu</em>, <em>Jogos Mortais</em>, <em>O Iluminado</em> e <em>Crepúsculo</em> em um gênero (!). Falando em horror, <em>Atividade Paranormal </em>ganhou uma hilária paródia pelos apresentadores Steve Martin e Alec Baldwin. Ao receber o prêmio de melhor edição por <em>Guerra ao Terror</em>, Bob Murawski e Chris Innis repetiram a mensagem do e-mail enviado pelo produtor do filme e que causou uma polêmica gigantesca, mas escaparam da saia justa. Nos discursos (ou declarações de amor, como preferir) para os indicados de melhor ator e atriz, a academia prezou pela aproximação do público com os artistas de certa forma, como fez no ano passado. E funcionou novamente. No geral, a festa do cinema foi boa e conseguiu deixar o ranço da edição de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos aos vencedores:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR FILME</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Guerra ao Terror</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR DIRETOR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR ATOR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Jeff Bridges (<strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/03/02/coracao-louco/">Coração Louco</a></strong>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR ATRIZ</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sandra Bullock (Um Sonho Possível)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR ATOR COADJUVANTE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Christoph Waltz (<strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/12/bastardos-inglorios/">Bastardos Inglórios</a></strong>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR ATRIZ COADJUVANTE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mo&#8217;Nique (<strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/02/08/preciosa-uma-historia-de-esperanca/">Preciosa</a></strong>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR ROTEIRO ADAPTADO</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/02/08/preciosa-uma-historia-de-esperanca/">Preciosa</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR ROTEIRO ORIGINAL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Guerra ao Terror</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/03/up-altas-aventuras/">Up &#8211; Altas Aventuras</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR FILME ESTRANGEIRO</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/02/25/o-segredo-de-seus-olhos/">O Segredo de Seus Olhos</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR EDIÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Guerra ao Terror</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR FOTOGRAFIA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/">Avatar</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR DIREÇÃO DE ARTE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/">Avatar</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR FIGURINO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Jovem Rainha Vitória</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR MAQUIAGEM</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Star Trek</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR TRILHA SONORA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/03/up-altas-aventuras/">Up &#8211; Altas Aventuras</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR CANÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">The Weary Kind (<strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/03/02/coracao-louco/">Coração Louco</a></strong>)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR MIXAGEM E EDIÇÃO DE SOM</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Guerra ao Terror</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EFEITOS VISUAIS</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/">Avatar</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHOR DOCUMENTÁRIO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">The Cove</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Um Homem Sério</title>
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		<comments>http://www.cinemaorama.com/2010/02/um-homem-serio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 18:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Spoilers]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Dizer que o trabalho dos irmãos Coen é sinônimo de qualidade chega a ser óbvio, mas em Um... <a href="http://www.cinemaorama.com/2010/02/um-homem-serio/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1904" title="um homem sério" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/02/um-homem-sério-400x155.jpg" alt="um homem sério" width="400" height="155" /></p>
<p style="text-align: justify;">Dizer que o trabalho dos irmãos Coen é sinônimo de qualidade chega a ser óbvio, mas em <em>Um Homem</em><em> Sério</em><em> </em>arrisco a dizer que os diretores chegaram ao auge de suas carreiras. Neste conto sobre a passividade totalmente revestido de deboches, Joel e Ethan Coen conduzem o longa com tamanha maestria que fica impossível não se impressionar com a plástica do filme. Sim, a plástica é incrível, mas o que me levou a fazer tal afirmação no início do texto é como eles conseguiram amarrar a beleza e o texto e justificá-los para logo depois tirar sarro da linguagem do cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">Joel e Ethan podem gozar de tais mecanismos, mas o alvo principal é de quem consome esta linguagem. Eles fragmentam conflitos e até desistem de contar histórias, pois se for preciso, eles darão uma justificativa aleatória para lembrar que eles podem fazer o que bem entendem. O mais incrível dessa gigantesca alfinetada é que ela é elaborada e executada no silêncio e usam o protagonista Larry Gopnik, intepretado por Michael Stuhlbarg, como um espelho de nossa passividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Gopnik é um judeu que tenta seguir normas e manter a paz ao seu redor, mas serve como um receptor de desgraças ao se relacionar com manipuladores a todo instante. Se Gopnik propositalmente lembra a jornada de Jesus Cristo, os irmãos Coen usam a manipulação para representar o princípio básico da linguagem audiovisual. A história de Gopnik dá margem para uma narrativa dinâmica, que não deixa imunes valores e costumes da sociedade que são exaltados pela direção de Joel e Ethan. É assustadora a composição de quadros e movimentos de câmera para acentuar emoções.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda beleza e sarcasmo de <em>Um Homem Sério</em> são necessários para uma contemplação livre, pois metáforas são freqüentes na trama. A maior e mais brilhante delas, na última cena do filme, é para lembrar que no cinema, Deus está sentado na cadeira de diretor.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1908" title="5star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/02/5star1.jpg" alt="5star" width="67" height="15" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>UM HOMEM SÉRIO</strong> (A Serious Man, EUA, 2009) <strong>Direção: </strong>Joel e Ethan Coen <strong>Roteiro:</strong> Joel e Ethan Coen <strong>Elenco: </strong>Mark Stuhlbarg, Richard Kind, Sari Lennick, Fred Melamed <strong>Duração:</strong> 106 min</span></p>
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		<title>Indicados ao Oscar 2010</title>
		<link>http://www.cinemaorama.com/2010/02/indicados-ao-oscar-2010/</link>
		<comments>http://www.cinemaorama.com/2010/02/indicados-ao-oscar-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 15:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Spoilers]]></category>
		<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Começou a corrida pelo prêmio mais almejado por todos envolvidos no mercado cinematográfico. O... <a href="http://www.cinemaorama.com/2010/02/indicados-ao-oscar-2010/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1790 aligncenter" title="vert_82awards" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/02/vert_82awards.jpg" alt="vert_82awards" width="328" height="105" /></p>
<p style="text-align: justify;">Começou a corrida pelo prêmio mais almejado por todos envolvidos no mercado cinematográfico. O Oscar é sinônimo de reconhecimento e moral para o resto da carreira. Para quem acompanhou a temporada de premiações, a academia não reservou muitas surpresas. Provavelmente a inclusão de <em>Up – Altas Aventuras</em> na categoria “Melhor Filme” tenha sido a maior delas, junto com algumas alterações nas categorias “Melhor Animação”, “Melhor Documentário” e “Filme Estrangeiro”. Vale lembrar que a pentelha canção “I See You” de “Avatar”, não ganhou votos suficientes para concorrer à estatueta. Mas ignorados mesmo  foram “(500) Dias Com Ela”, o <em>feel good movie</em> do ano passado,  &#8220;Onde Vivem os Monstros&#8221; de Spike Jonze e &#8220;Invictus&#8221; de Clint Eastwood, que recebeu duas indicações apenas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos aos indicados:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR ATRIZ COADJUVANTE</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mo’Nique (Preciosa)</strong><strong><br />
</strong><strong>Anna Kendrick (<a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/01/21/amor-sem-escalas/">Amor Sem Escalas</a>) </strong><strong><br />
</strong><strong>Vera Farmiga (<a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/01/21/amor-sem-escalas/">Amor Sem Escalas</a>)</strong><strong><br />
</strong><strong>Penelope Cruz (Nine)</strong><strong><br />
</strong><strong>Maggie Gyllenhaal</strong><strong> (Coração Louco)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As chances de Penélope Cruz de levar o Oscar pelo segundo ano consecutivo são mínimas. Anna Kendrick e Vera Farmiga estão muito bem em <em>Amor Sem Escalas</em>, porém a grande favorita é Mo’Nique, que já venceu o Globo de Ouro por sua estonteante atuação em   <em>Preciosa</em>. Maggie Gyllenhall corre por fora.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR ATOR COADJUVANTE</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Christoph Waltz (</strong><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/12/bastardos-inglorios/">Bastardos Inglórios</a>)<br />
Christopher Plummer </strong> <strong>(The Last Station)<br />
Matt Damon </strong><strong>(<a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/01/28/invictus/">Invictus</a>)<br />
Stanley Tucci (</strong> <strong>Um Olhar do Paraíso)<br />
Woody Harrelson </strong> <strong>(O Mensageiro)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda não entendi o que Matt Damon faz nesta lista. Se fosse em &#8220;Melhor Ator&#8221; por <em>O Desinformante!</em> até entenderia, mas enfim, as chances de Christoph Waltz levar o prêmio mais uma vez pelo papel do carrasco Hans Landa em <em>Bastardos Inglórios</em> são grandes. Quem pode fazer papel de azarão na noite é Stanley Tucci, junto com Woody Harrelson.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR ATRIZ</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meryl Streep (Julie &amp; Julia)<br />
</strong> <strong>Carey Mulligan  (Educação)<br />
</strong> <strong>Sandra Bullock (Um Sonho Possível)<br />
</strong> <strong>Gabourey Sidibe (Preciosa)<br />
</strong> <strong>Helen Mirren (The Last Station) </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A grande favorita é Sandra Bullock, surpreendentemente. Mas esta é uma das categorias mais equilibradas deste Oscar, afinal, quando Meryl Streep e Helen Mirren não terão chances de ganhar a estatueta?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR ATOR</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jeff Bridges (Coração Louco)<br />
</strong> <strong>George Clooney (<a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/01/21/amor-sem-escalas/">Amor Sem Escalas</a>)<br />
</strong> <strong>Colin Firth (Direito de Amar)<br />
</strong> <strong>Jeremy Renner (Guerra ao Terror)<br />
</strong> <strong>Morgan Freeman (<a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/01/28/invictus/">Invictus</a>)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os favoritos são Jeff Bridges, que já venceu o Globo de Ouro pela  atuação em <em>Coração Louco</em> e Morgan Freeman que está um monstro em <em>Invictus</em>. Colin  Firth pode ser o azarão por <em>Direito de Amar</em>. Desconsidere George Clooney e Jeremy Renner. Bom, Renner pode até vencer se <em>Guerra ao Terror </em>engrenar uma noite com vários prêmios.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR ROTEIRO ORIGINAL</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/12/bastardos-inglorios/"><strong>BASTARDOS INGLÓRIOS</strong></a> &#8211; Quentin Tarantino<br />
<strong> GUERRA AO TERROR</strong> &#8211; Mark Boal<br />
<strong> UM HOMEM SÉRIO</strong> &#8211; Ethan Coen e  Joel Coen<br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/03/up-altas-aventuras/">UP – ALTAS AVENTURAS</a></strong> &#8211; Bob Peterson<br />
<strong> THE MESSENGER</strong> &#8211; Alessandro Camon &amp; Oren Moverman</p>
<p style="text-align: justify;">Páreo duro. O roteiro de Tarantino é brilhante e o mesmo pode ser dito sobre o de Guerra ao Terror. Os irmãos Coen sempre terão chances e <em>Up – Altas Aventuras</em> parece ser o grande queridinho da academia neste ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR ROTEIRO ADAPTADO</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/01/21/amor-sem-escalas/"><strong>AMOR SEM ESCALAS</strong></a> -  Jason Reitman<br />
<strong> PRECIOSA</strong> &#8211; Damien Paul<br />
<strong> EDUCAÇÃO</strong> &#8211; Nick Hornby<br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/17/distrito-9/">DISTRITO 9</a></strong> &#8211; Neill Blomkamp &amp; Terri Tatchell<br />
<strong> IN THE LOOP</strong> &#8211; Vários</p>
<p style="text-align: justify;">A indicação de <em>In The Loop</em> foi a grande surpresa, já que todos os outros eram cotados. Jason Reitman pode repetir o feito no Globo de Ouro e levar o prêmio, mesmo com adaptações poderosas como <em>Preciosa</em> e <em>Educação</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/03/up-altas-aventuras/"><strong>UP – ALTAS AVENTURAS</strong></a><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/05/o-fantastico-sr-raposo/">O FANTÁSTICO SR. RAPOSO</a></strong><br />
<strong> CORALINE E O MUNDO SECRETO</strong><br />
<strong> A PRINCESA E O SAPO</strong><br />
<strong> O SEGREDO DE KELLS</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ponyo</em>, <em>Mary e Max</em> e <em>Tá Chovendo Hamburguer</em> foram ignorados para dar lugar para <em>O Segredo de Kells</em>, filme que teve parte feita no Brasil. O filme é ótimo, roteiro poético, com cartela de cores vivas e personagens bem acabados. Mas a minha torcida é total para <em>O Fantástico Sr. Raposo</em>. Infelizmente as chances são mínimas pois <em>Up &#8211; Altas Aventuras</em> já carrega a bandeira de vencedor há muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR FILME ESTRANGEIRO</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A FITA BRANCA</strong> (Alemanha)<br />
<strong> O PROFETA</strong> (França)<br />
<strong> AJAMI</strong> (Israel)<br />
<strong> O SEGREDO DOS SEUS OLHOS</strong> (Argentina)<br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/08/26/a-teta-assustada/">A TETA ASSUSTADA</a></strong> (Peru)</p>
<p style="text-align: justify;"><em>A Fita Branca</em> levou em Cannes. <em>A Teta Assustada</em> em Berlim. <em>O Profeta</em> em Londres.  As chances de um azarão surgir são mínimas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR DOCUMENTÁRIO</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>THE COVE</strong><br />
<strong> FOOD, INC.</strong><br />
<strong> VJs DE BURMA</strong><br />
<strong> THE MOST DANGEROUS MAN IN AMERICA: DANIEL ELLSBERG AND THE PENTAGON PAPERS</strong><br />
<strong> WHICH WAY HOME</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não vi nenhum deles, confesso. Mas <em>The Cove</em> é o mais cotado pelos maiores meios especializados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR FILME</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GUERRA AO TERROR</strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/01/21/amor-sem-escalas/">AMOR SEM ESCALAS</a></strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/">AVATAR</a></strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/12/bastardos-inglorios/">BASTARDOS INGLÓRIOS</a></strong><br />
<strong> PRECIOSA</strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/03/up-altas-aventuras/">UP – ALTAS AVENTURAS</a></strong><br />
<strong> EDUCAÇÃO</strong><br />
<strong> UM HOMEM SÉRIO</strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/17/distrito-9/">DISTRITO 9</a></strong><br />
<strong> UM SONHO POSSÍVEL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tá. Todo mundo já sabia de <em>Avatar</em>, <em>Guerra ao Terror</em>, <em>Bastardos Inglórios</em> e etc. Mas o que <em>Distrito 9</em>, <em>Up &#8211; Altas Aventuras</em> e <em>Um Sonho Possível</em> fazem nesta lista? Enfim, as chances estão nas mãos de Cameron e sua ex-esposa Kathryn Bigelow. Tarantino e Lee Daniels correm por fora. Se Reitman vencer eu me aposento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR DIRETOR</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror)<br />
</strong> <strong> James Cameron (<a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/">Avata</a><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/">r</a>)<br />
</strong> <strong> Quentin Tarantino (<a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/12/bastardos-inglorios/">Bastardos Inglórios</a>)<br />
</strong> <strong> Jaison Reitman (<a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2010/01/21/amor-sem-escalas/">Amor Sem Escalas</a>)<br />
</strong> <strong> Lee Daniels (Preciosa)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">C-A-M-E-R-O-N.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>CATEGORIAS TÉCNICAS:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR DIREÇÃO DE ARTE</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/"><strong>AVATAR</strong></a><br />
<strong> NINE</strong><br />
<strong> SHERLOCK HOLMES</strong><br />
<strong> THE YOUNG VICTORIA</strong><br />
<strong> O MUNDO IMAGINÁRIO DO DR. PARNASSUS</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR FOTOGRAFIA</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>GUERRA AO TERROR</strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/">AVATAR</a></strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/12/bastardos-inglorios/">BASTARDOS INGLÓRIOS</a></strong><br />
<strong> A FITA BRANCA</strong><br />
<strong> HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRINCIPE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR FIGURINO</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>THE YOUNG VICTORIA</strong><br />
<strong> NINE</strong><br />
<strong> BRILHO DE UMA PAIXÃO</strong><br />
<strong> COCO ANTES DE CHANEL</strong><br />
<strong> O MUNDO IMAGINÁRIO DO DR. PARNASSUS</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR EDIÇÃO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/"><strong>AVATAR</strong></a><br />
<strong> GUERRA AO TERROR</strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/17/distrito-9/">DISTRITO 9</a></strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/12/bastardos-inglorios/">BASTARDOS INGLÓRIOS</a></strong><br />
<strong> PRECIOSA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR MAQUIAGEM</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>STAR TREK</strong><br />
<strong>THE YOUNG VICTORIA</strong><br />
<strong>IL DIVO</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR TRILHA</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/03/up-altas-aventuras/"><strong>UP – ALTAS AVENTURAS</strong></a><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/">AVATAR</a></strong><br />
<strong> GUERRA AO TERROR</strong><br />
<strong> SHERLOCK HOLMES</strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/05/o-fantastico-sr-raposo/">O FANTÁSTICO SR. RAPOSO</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR MIXAGEM DE SOM</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/"><strong>AVATAR</strong></a><br />
<strong> GUERRA AO TERROR</strong><br />
<strong> STAR TREK</strong><br />
<strong> TRANSFORMERS: A VINGANÇA DOS DERROTADOS</strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/12/bastardos-inglorios/">BASTARDOS INGLÓRIOS</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR EDIÇÃO DE SOM</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/"><strong>AVATAR</strong></a><br />
<strong> STAR TREK</strong><br />
<strong> GUERRA AO TERROR</strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/03/up-altas-aventuras/">UP – ALTAS AVENTURAS</a></strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/12/bastardos-inglorios/">BASTARDOS INGLÓRIOS</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">EFEITOS VISUAIS</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/">AVATAR</a></strong><br />
<strong> STAR TREK</strong><br />
<strong> <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/17/distrito-9/">DISTRITO 9</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR CANÇÃO</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“The Weary Kind” (Coração Louco)<br />
“Almost There” (A Princesa e o Sapo)<br />
“Take It All” (Nine)<br />
“Down in New Orleans”  (A Princesa e o Sapo)<br />
“Loin de Paname” (Paris 36) </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #993300;"><strong>CURTAS E ANIMAÇÕES</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR ANIMAÇÃO EM CURTA-METRAGEM</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FRENCH ROAST</strong> de Fabrice O. Joubert<br />
<strong> A MATTER OF LOAF AND DEATH</strong> de Nick Park<br />
<strong> GRANNY O’GRIMM’S SLEEPING BEAUTY</strong> de Nicky Phelan<br />
<strong> THE LADY AND THE REAPER</strong> de Javier Recio Gracia<br />
<strong> LOGORAMA</strong> de Nicolas Schmerkin</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>THE LAST TRUCK: CLOSING OF A GM PLANT</strong><br />
<strong> TELL THEM ANYTHING YOU WANT: A PORTRAIT OF MAURICE SENDAK</strong><br />
<strong> MUSIC BY PRUDENCE</strong><br />
<strong> LT. WATADA</strong><br />
<strong> WOMAN REBEL</strong><br />
<strong> RABBIT A LA BERLIN</strong><br />
<strong> CHINA’S UNNATURAL DISASTER: THE TEARS OF SICHUAN PROVINCE</strong><br />
<strong> THE LAST CAMPAIGN OF GOVERNOR BOOTH GARDNER</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR CURTA-METRAGEM</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>THE DOOR</strong> de Juanita Wilson<br />
<strong> INSTEAD OF ABRACADABRA</strong> de Patrik Eklund<br />
<strong> KAVI</strong> de Gregg Helvey<br />
<strong> MIRACLE FISH</strong> de Luke Doolan<br />
<strong> THE NEW TENANTS</strong> de Joachim Back</p>
<p style="text-align: justify;">A cerimônia de premiação acontece no dia 07/03/2010.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Zumbilândia</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 16:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Spoilers]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Se a palavra de ordem é diversão, Zumbilândia é um prato cheio. Rodeado de clichês do... <a href="http://www.cinemaorama.com/2010/01/zumbilandia/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1780" title="zombieland1" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/01/zombieland1-402x146-custom.jpg" alt="zombieland1" width="402" height="146" /></p>
<p style="text-align: justify;">Se a palavra de ordem é diversão, <em>Zumbilândia</em> é um prato cheio. Rodeado de clichês do gênero &#8220;terrir&#8221; e caminhando pelo legado de Edgar Wright (Todo Mundo Quase Morto), o que o diretor Ruben Fleischer faz é um trabalho com extrema excelência, pelo menos nos elementos estéticos. Preso a dois personagens estereotipados, o filme cria suas dobraduras quando Wichita (Emma Simpson) e Little Rock (Abigail Breslin) entram em cena e conseguem fugir um pouco da previsibilidade do texto, mesmo que seja por pouco tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">A história é a de sempre: Narrado em primeira pessoa por Columbus (Jesse Einsenberg), que é um dos poucos sobreviventes ao ataque de zumbis nos EUA. Ele encontra Tallahassee (Woody Harrelson) e segue para um lugar que até então é imune à presença dos mortos-vivos. Fleischer doma não só a narrativa muito bem, mas aspectos de som, maquiagem, cenografia, fotografia e <em>timing</em> dando a impressão de <em>Zumbilândia</em> ser um filme completo em sua proposta.</p>
<p style="text-align: justify;">É de fato completo, mas também não tem o temor em mergulhar em clichês e parecer como uma releitura de outros filmes. Fleischer sabe aproveitar bem as situações para recriá-las com bom uso da tecnologia. Até mesmo uma pequena homenagem à <em>Os Caça Fantasmas</em> existe, com a presença de Bill Murray.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Zumbilândia</em> não tem a intenção de satisfazer fãs de terror, pelo contrário, com a escassez de brutalidade, a epidemia que se dilacera pelos EUA toma outro rumo. Na fuga para o lugar onde os zumbis não existem, a trama evita em encaixar temas em seu subtexto ou diálogos subjetivos, pois o que Fleischer quer mesmo é incentivar o riso com personagens caricatos, boas piadas e boa técnica.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1781" title="3star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/01/3star3.jpg" alt="3star" width="67" height="15" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>ZUMBILÂNDIA</strong> (Zombieland, EUA, 2009) <strong>Direção:</strong> Ruben Fleischer <strong>Roteiro:</strong> Rhett Reese e Paul Wernick <strong>Elenco:</strong> Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Emma Stone, Abigail Breslin <strong>Duração:</strong> 88 min</span></p>
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		<title>Globo de Ouro 2010: Vencedores</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 05:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Spoilers]]></category>
		<category><![CDATA[Globo de Ouro 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Notas]]></category>

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		<description><![CDATA[Graças à tecla SAP, foi-se o tempo em que éramos obrigados a assistir as transmissões do... <a href="http://www.cinemaorama.com/2010/01/globo-de-ouro-2010-vencedores/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1718 aligncenter" title="GOLDEN+GLOBE+LOGO" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2010/01/GOLDEN+GLOBE+LOGO.jpg" alt="GOLDEN+GLOBE+LOGO" width="198" height="120" /></p>
<p style="text-align: justify;">Graças à tecla SAP, foi-se o tempo em que éramos obrigados a assistir as transmissões do Globo de Ouro e do Oscar com dublagem em tempo real. Sinal que essa tradição pode se tornar mais agradável com o tempo.  Outro bom sinal é que a escolha de um apresentador afiado e sem muito jogo de cintura para manter a linha do &#8220;politicamente correto&#8221; como o co-criador do seriado  &#8220;The Office&#8221; Ricky Gervais enobrece comentários mais ácidos no momento de agradecer pelo tal globo dourado, fugindo de um óbvio discurso como o  caso de Robert Downey Jr. e do sereno e criativo discurso de Meryl Streep. Algo que também pode acontecer com frequência.  Mas  mesmo  apostando nesse tom descompromissado, o Globo de Ouro teve seus tropeços técnicos (que edição foi aquela? Quem gosta de câmeras que criam náuseas? Será que Chloe Sevigny consultou uma numeróloga e trocou seu nome?) e algumas escolhas tristes, como o sonolento Harrison Ford e a dupla Cher e Christina Aguilera que proporcionou um verdadeiro ode à vergonha alheia.</p>
<p style="text-align: justify;">James Cameron só levantou para buscar os prêmios de categorias que a inevitabilidade reinava. Se Arnold Schwarzenegger confirmava que &#8220;Avatar&#8221; era divisor de águas durante a apresentação do longa, o que mais poderíamos fazer? Fica a torcida para uma reviravolta no Oscar. Mas a  grande surpresa da noite foi  &#8220;Se Beber, Não Case&#8221;, que apesar do sucesso de público e crítica não segue um molde favorecido para levar prêmios, batendo hits como &#8220;(500) Dias com Ela&#8221; e &#8220;Julie &amp; Julia&#8221;. Todd Phillips levou até Mike Tyson para o palco e  receber o globo. Mas o <em>highlight</em> da noite foi a homenagem ao diretor Martin Scorsese, que levou o prêmio honorário pelo conjunto da obra.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos aos vencedores:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR FILMEM (DRAMA)</span> -</strong> <strong><span style="color: #000000;">AVATAR</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR FILME (COMÉDIA OU MUSICAL)</span> -</strong> <strong>SE BEBER, NÃO CASE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR DIRETOR -</strong></span> <strong>JAMES CAMERON (AVATAR)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">MELHOR ATOR (DRAMA) &#8211; </span><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">JEFF BRIDGES (CRAZY HEART)</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR ATOR (COMÉDIA)</strong> -</span> <strong>ROBERT DOWNEY JR. (SHERLOCK HOLMES)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR ATRIZ (DRAMA)</strong> -</span> <strong>SANDRA BULLOCK (O LADO CEGO)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR ATRIZ (COMÉDIA)</strong> -</span> <strong>MERYL STREEP (JULIE &amp; JULIA)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR ATOR COADJUVANTE</strong> -</span> <strong>CHRISTOPH WALTZ (BASTARDOS INGLÓRIOS)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR ATRIZ COADJUVANTE</strong> -</span> <strong>MO&#8217;NIQUE (PRECIOSA)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR ROTEIRO</strong> -</span> J<strong>ASON REITMAN e SHELDON TURNER (AMOR SEM ESCALAS)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO -</strong> </span><strong>UP- ALTAS AVENTURAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR FILME ESTRANGEIRO -</strong></span> <strong>A FITA BRANCA </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>MELHOR TRILHA ORIGINAL -</strong></span> <strong>MICHAEL GIACHINNO (UP &#8211; ALTAS AVENTURAS)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Resenhas relacionadas: <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/17/avatar/">Avatar</a>, <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/12/bastardos-inglorios/">Bastardos Inglórios</a>, <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/11/06/500-dias-com-ela/">(500) Dias com Ela</a>, <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/03/up-altas-aventuras/">Up &#8211; Altas Aventuras</a>,<a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/08/21/se-beber-nao-case/"> Se Beber, Não Case</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O melhor e o pior de 2009</title>
		<link>http://www.cinemaorama.com/2009/12/o-melhor-e-o-pior-de-2009/</link>
		<comments>http://www.cinemaorama.com/2009/12/o-melhor-e-o-pior-de-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 20:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Spoilers]]></category>
		<category><![CDATA[colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Notas]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano está acabando e com isso, as listas dos melhores do ano aparecem em todos os blogs, sites e... <a href="http://www.cinemaorama.com/2009/12/o-melhor-e-o-pior-de-2009/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ano está acabando e com isso, as listas dos melhores do ano aparecem em todos os blogs, sites e revistas. E por aqui não será diferente. O critério usado para criar as listas dos piores e melhores deste ano foi: Ser exibido em circuito, festival ou lançado diretamente em DVD no ano de 2009 no Brasil, mas com data de produção entre 2008 e 2009. Sendo assim, ótimos filmes como <em>Desejo e Perigo</em>, <em><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/03/06/gloria-ao-cineasta/">Glória Ao Cineasta</a> </em>e <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2007/10/04/kurt-cobain-retrato-de-uma-ausencia/"><em>Kurt Cobain – Retrato de Uma Ausência</em></a> ficaram de fora. A mesmice talvez tenha sido a grande vilã do ano, tornando motivo de alguns filmes aparecerem na lista dos piores. Neste caso, é importante lembrar que não vi <em>2012</em> e <em>Transformers – A Vingança dos Derrotados</em>, filmes massacrados pela crítica. Já a simplicidade e a inversão de métodos construtivos ajudaram alguns filmes a figurarem na lista dos melhores do ano. Com vocês, os melhores e o piores de 2009!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PIORES DE 2009</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/10-aeradogelo3.jpg" alt="" width="402" height="126" /></strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/06/29/a-era-do-gelo-3/">A</a></strong><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/06/29/a-era-do-gelo-3/"> ERA DO GELO 3</a> (Ice Age, EUA, 2009) de Carlos Saldanha<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na tentativa de construir uma trama que agrade à pais e filhos exaltando os valores familiares em uma aventura que tem como grande novidade a reestruturação de seus personagens, o filme não é bem sucedido em sua proposta justamente por manter ilesas saídas previsíveis e cacoetes do gênero. Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/09-bruno.jpg" alt="" width="402" height="148" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>09. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/08/17/bruno/">BRUNO</a> (Idem, EUA, 2009) de Larry Charles</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo o mesmo molde usado no fenômeno <em>Borat</em>, Larry Charles e Sacha Baron Cohen prezam pela polêmica, pelo deboche e o inevitável choque de quem está por perto do fashionista. Porém, todas as questões comportamentais e políticas que o filme atentaria em discutir por um viés comum é esquecido. Se piada repetida não cola, o que dizer de uma que é repetida e mal contada? Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/08-escria.jpg" alt="" width="402" height="151" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>08. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/18/escoria/">ESCÓRIA</a> (Schoft, Holanda, 2009) de Heinrich Dahms<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao retratar sentimentos extremos vividos pela juventude holandesa em <em>Escória</em>, o diretor Heinrich Dahms nada mais faz que entre a sobriedade e o caos, estender o seu primeiro ato de maneira rasa até o inevitável e morno conflito final, deixando de lado o debate calçado na xenofobia e no prazer instantâneo para buscar a desdramatização e a aproximação com a realidade. Mesmo com bom potencial técnico, a necessidade de um bom texto pulsa por toda sua duração. Exibido na Mostra de Cinema Indie.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/07-afronteiradaalvorada.jpg" alt="" width="403" height="147" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>07. A</strong><strong> FRONTEIRA DA ALVORADA (La Frontière de L’aube, França, 2008) de Phillippe Garrel<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O fascínio pela imagem, o sobrenatural e um romance preso ao melodrama compõem os guias narrativos do filme de Philippe Garrel que no fim das contas é uma obra demasiadamente arrastada. Sua imposição abstrata dá a noção de um trabalho irregular em relação ao seu ritmo e exposição de seus personagens. Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/06-valsacombashir.jpg" alt="" width="401" height="134" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>06.</strong> <strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/02/17/valsa-com-bashir/">VALSA COM BASHIR</a> (Vals Im Bashir, Israel/Alemanha, 2008) de Ari Folman<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Redundante para narrar a história e compartilhar informações. Oscilante em sua linguagem e com isso, o impacto de sua caótica beleza é perdido como conseqüência. No meio dessa irregularidade, temos um belo momento: A Valsa. Pena que o filme não carrega a força poética que ela tem. Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/05-embarqueimediato.jpg" alt="" width="402" height="138" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>05. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/11/26/selecao-brasileira/">EMBARQUE IMEDIATO</a> (Idem, Brasil, 2009) de Allan Fiterman<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se a realização de sonhos longe do país de origem poderia levar<strong> </strong>ao filme aberturas para discutir temas importantes, o que Allan Fiterman faz é um caminho óbvio, num ritmo novelesco e sem sal. No meio de tantas irregularidades e saturações de gênero, não há muita coisa que podemos destacar. Seus personagens não são construídos com clareza, existem diversas cenas avulsas, forçadas e incoerentes, que só mesmo um público absurdamente passivo aceitaria embarcar imediatamente em sua viagem. Ela não leva a nenhum algum relevante. Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/04-wolverine.jpg" alt="" width="401" height="139" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>04. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/05/19/x-men-origens-wolverine/">X-MEN ORIGENS: WOLVERINE</a> (X-Men Origins: Wolverine, EUA, 2009) de Gavin Hood<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Wolverine é o maior cara-de-pau das histórias em  quadrinhos. Beberrão, briguento e sempre de péssimo humor. E tudo isso passa em branco no longa de Gavin Hood, que nada mais é que um filme de herói sem criatividade com todas suas dobraduras calculadas para cativar – e subestimar &#8211; todo tipo de público e conseqüentemente vangloriar altos números nas bilheterias. Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/03-polytechnique.jpg" alt="" width="401" height="126" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>03.</strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/06/polytechnique/"> </a><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/06/polytechnique/">POLYTECHNIQUE</a> (Idem, Canadá, 2009) de Denis Villeneuve<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os bucólicos takes de uma fria Montreal e o brutal acerto de contas de um jovem rancoroso, o que Denis Villeneuve nos oferece de melhor em <em>Polytechnique</em> é mostrar uma compaixão contrária a toda arbitrariedade do protagonista, que é dominante na narrativa. Infelizmente, o seu resultado é irregular. Talvez pela escolha da ação pelo aspecto físico e não pelo psicológico ou simplesmente por não aproximar os personagens de forma coesa com a platéia. Exibido no Festival do Rio 2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/02-mesadebar.jpg" alt="" width="401" height="143" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>02. MESA DE BAR – ONDE TUDO ACONTECE  (Idem, Brasil, 2009) de João Uchoa<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vendido como um filme sem diretor, sem roteiro e sem atores, <em>Mesa de Bar</em> nada mais é que um exercício de paciência para o espectador. Indo totalmente contra a célebre frase de Glauber Rocha, João Uchoa só tem apenas a câmera na mão, pois a idéia de se fazer cinema é inexistente. Fora isso, as seis esquetes que tentam abordar diversos temas do cotidiano com humor deixariam Carlos Alberto de Nóbrega orgulhoso de seu trabalho. Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/01-osnormais2.jpg" alt="" width="402" height="137" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>01. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/14/os-normais-2/">OS NORMAIS 2 &#8211; A NOITE MAIS MALUCA DE TODAS</a> (Idem, Brasil, 2009) de José Alvarenga Jr.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se faltam idéias para um roteiro e um elenco que eleve a qualidade do filme que anda sobre a tênue linha entre sucesso e o fracasso imposto pela palavra “seqüência”, seria a espera a melhor saída? Pois a nova investida para o casal Rui e Vani nas telonas não acerta em absolutamente nada. Tudo parece gratuito e principalmente desesperado demais.Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Menções desonrosas:</strong> A desastrosa tentativa de Phil Claydon em unir (ou copiar?) Edgar Wright e Judd Apatow em <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/29/matadores-de-vampiras-lesbicas/"><strong>Matadores de Vampiras Lésbicas</strong></a>; Por não saber unir um filme biográfico à cenas de ação, <a href="http://http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/11/10/besouro/"><strong>Besouro</strong></a> é um filme sobre nada; O dormente e nada reflexivo <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/02/05/o-leitor/"><strong>O Leitor</strong></a>; O presunçoso método de montagem dos dilemas de Bella Swan em <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/11/22/lua-nova/"><strong>Lua  Nova</strong></a>; O pobre romance e a fascinação pela rebeldia sem maiores reflexões de <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/07/25/o-grupo-baader-meinhof/"><strong>O Grupo Baader Meinhof</strong></a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MELHORES DE 2009</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/10-abraospartidos.jpg" alt="" width="403" height="152" /><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/27/abracos-partidos/">ABRAÇOS PARTIDOS</a> (Los Abrazos Rotos, Espanha, 2009) de Pedro Almodóvar<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Almodóvar cria um drama envolvido pela atmosfera do suspense, deixando (não totalmente) sua veia folclórica de lado. <em>Abraços Partidos</em> é uma história de superação e perdão, mas antes de tudo, um filme sobre filmes. Sobre mergulhar em um novo mundo. Uma declaração de amor ao cinema, incrustada em gêneros funcionais e apaixonantes. Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/09-ofantsticosrraposo.jpg" alt="" width="400" height="140" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>09. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/12/05/o-fantastico-sr-raposo/">O FANTÁSTICO SR. RAPOSO</a> (The Fantastic Mr. Fox, EUA/Inglaterra, 2009) de Wes Anderson<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Retendo o que há de melhor na sistemática de seus trabalhos, Wes Anderson migra para a animação e cria um óde a simplicidade e a adversidade ao conformismo. Passando longe da estética das animações contemporâneas, o diretor preza pela mensagem em primeiro lugar e com cuidado, desenha âmago de seus personagens com ótimo humor. Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/08-adrenalina2.jpg" alt="" width="401" height="137" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>08. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/11/12/novidades-nas-locadoras/">ADRENALINA 2</a> (Crank 2, EUA, 2009) de Mark Neveldine e Brian Taylor<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se exagero era a palavra de ordem de <em>Adrenalina</em>, a seqüência que aparentemente não teria uma explicação plausível para existir, vira  um grande motivo para aparecer na lista dos melhores filmes do ano. Violência, humor negro, o absurdo e a falta de pudor vêm em dobro no formato de um vídeo clipe de 90 minutos, acompanhada da trilha do não menos insano Mike Patton. E quando você acha que as coisas não poderiam melhorar e passar dos limites, Mark Neveldine e Brian Taylor ousam e mandam narrativas e regras do cinema às favas. Lançado diretamente em DVD.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/awaywego.jpg" alt="" width="401" height="149" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>07. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/05/distante-nos-vamos/">DISTANTE NÓS VAMOS</a> (Away We Go, EUA/Inglaterra, 2009) de Sam Mendes<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">É certo que estamos diante do próximo <em>filme-cult-com-fãs-pentelhos</em>. Mas o longa faz por onde. Ele tem sua base fincada numa forma contemporânea de se construir comédias no chamado “cinema independente americano”. O trampolim de suas piadas é criado a partir de choque de culturas ou pelo conflito entre a suma importância e a displicência de se deparar costumes diferentes. Recheado com trilha sonora folk e aura modernosa, o filme preza pela compaixão e respeito mútuo e ainda acha espaços para fazer pequenas criticas a maneira comodista de se manter um relacionamento. Exibido no Festival do Rio 2009.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/06-jcvd.jpg" alt="" width="401" height="139" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>06. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/01/07/jcvd/">JCVD </a>(Idem, Bélgica/Luxemburgo/França, 2008) de Mabrouk El Mechri<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um manifesto contra o império hollywoodiano e o culto a imagem. Jean Claude Van Damme também aproveita para fazer de uma forma debochada, críticas à métodos narrativos. Em certo ponto do filme, Van Damme vira para a câmera e mostra seu desdém à Hollywood, mantendo um diálogo direto com o espectador, usando o dispositivo como um instrumento anárquico. Ele relembra sua ascensão e queda, mas sabe muito bem a quem culpar: a indústria cinematográfica. Lançado diretamente em DVD.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/05-aonda.jpg" alt="" width="401" height="134" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>05.<a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/08/24/a-onda/"> A</a></strong><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/08/24/a-onda/"> ONDA</a> (Die Welle, Alemanha, 2008) de Dennis Gansel<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até onde nós podemos ir por uma falsa idéia de felicidade, igualdade e justiça? Sob um vazio ideal, o senso de coletividade e a decrescente fé na humanidade, <em>A Onda</em> de certa forma aproxima a Alemanha atual da época de Hitler, algo que é reforçado no último ato do longa. Pois a necessidade de um líder em vidas tão precocemente largadas parece ser a melhor solução. Ser domado parece ser uma boa saída para quem, sem sabedoria, já saturou da liberdade. Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/04-frostnixon.jpg" alt="" width="400" height="133" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>04. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/01/30/frostnixon/">FROST/NIXON</a> (Idem, EUA/Inglaterra/França, 2008) de Ron Howard<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos momentos mais marcantes da política americana e adaptação da peça homônima são registrados por um Ron Howard como há muito tempo não se via. Focado em detalhes e estimando seu público por não mastigar a história e sim usar sua câmera como uma testemunha de maneira dinâmica, o longa faz uma ótima equivalência entre conteúdo e uma construção mais acessível, digerível. Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/03-bastardosinglorios.jpg" alt="" width="400" height="134" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>03. </strong><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/10/12/bastardos-inglorios/">BASTARDOS INGLÓRIOS</a> (Inglorious Basterds, EUA/Alemanha, 2009) de Quentin Tarantino<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cheio de referências, diálogos matadores, linguagem pop, e violência, Tarantino distorce a segunda guerra mundial de maneira fantástica para homenagear o cinema. Fazendo o oposto da cartilha do gênero, ele cria uma releitura desses filmes, sem esquecer a veia panfletária e muito menos seus maneirismos de cineasta. Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1657" title="02 - águas turvas" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2009/12/02-águas-turvas-401x121-custom.jpg" alt="02 - águas turvas" width="401" height="121" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>02. </strong><strong><a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/28/aguas-turvas/">ÁGUAS TURVAS</a> (DeUsynlige, Noruega/Suécia/Alemanha, 2008) de Erik Poppe<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um diretor sugere que seu público julgue o protagonista de sua história. Pois quando<strong> </strong>aparentemente acompanharemos uma história linear de superação e uma conseqüente conquista de empatia &#8211; algo que ditadura hollywoodiana nos acostumou a ver -, o diretor Erik Poppe contorna e nos situa dentro de outra esfera: A de ser julgado. <em>Águas Turvas</em> é uma gangorra de sentimentos onde a dor é o seu carro-chefe. Exibido no Festival do Rio 2009.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://i996.photobucket.com/albums/af81/cinemaorama/01-anticristo.jpg" alt="" width="402" height="153" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>01. <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/08/31/anticristo/">ANTICRISTO</a> (Antichrist, Dinamarca/Alemanha/França/Suécia/Itália/Polônia,2009) de Lars Von Trier<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Anticristo</em> é uma obra densa, intensa. O sadismo que vem da personagem de Charlotte Gainsbourg e da certa passividade de seu marido toma proporções maiores quando Lars Von Trier os deixa presos em seus planos fechados e extremamente claustrofóbicos. Mas, para catalisar a dor, existe o prazer da carne. Hora de questionar o comportamento humano, ao mesmo tempo em que a noção bíblica também pode ser motivo de discussão. É impressionante como a tensão é mantida por toda duração do longa, fazendo um caminho inverso do usual, pois os macetes da pós-produção só servem para ironizar a intenção do choque. Imagens fortes existem sim, todas justificadas e que servem para acentuar a insanidade e o sadismo, cercados pela natureza – literalmente falando ou não – e vítimas de uma escolha ocorrida no jardim do Éden, o que fica mais claro no epílogo dicotômico, mas não menos genial. Exibido em circuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Menções honrosas: </strong>A volta de Sam Raimi ao gênero que o consagrou no assustador <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/08/12/arraste-me-para-o-inferno/"><strong>Arraste-me Para o Inferno</strong></a>; Os fantasmas do passado e a reflexão sobre a morte no vencedor do Oscar de Melhor filme estrangeiro <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/04/01/a-partida/"><strong>A Partida</strong></a>; O sonho de fugir do marasmo e da falta de opções em <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/09/25/lake-tahoe/"><strong>Lake  Tahoe</strong></a>; O particular acerto de contas em <a href="http://www.cinemaorama.com/index.php/2009/03/20/gran-torino/"><strong>Gran  Torino</strong></a>; A materialização da felicidade em <strong>Loki</strong>, documentário sobre o músico Arnaldo Baptista.</p>
<p style="text-align: justify;">É isso, amigos. Agradeço a todos que visitam o site, comentam, citam, acompanham pelo Twitter ou divulgam o <strong>Cinema O Rama</strong> de alguma forma. Se não fosse por vocês, já teria dado um fim nisso aqui. Tirarei uns dias de descanso, mas volto à programação normal em 2010. Não se esqueçam de deixar seus comentários sobre as listas. Um grande abraço e até ano que vem! (:</p>
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		<title>Avatar</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 16:38:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Tavares</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Spoilers]]></category>
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		<category><![CDATA[Em Cartaz]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo tempo levado na produção de Avatar é justificado nos primeiros segundos de exibição.... <a href="http://www.cinemaorama.com/2009/12/avatar/">Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1577" title="avatar" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2009/12/avatar-400x138-custom.JPG" alt="avatar" width="400" height="138" /></p>
<p style="text-align: justify;">Todo tempo levado na produção de <em>Avatar</em> é justificado nos primeiros segundos de exibição. Sim, a dedicação de James Cameron e sua equipe na busca de aspectos para proporcionar ao público uma nova forma de imersão cinematográfica foi bem sucedida, pois trata-se de um filme com visual incrível, desenho de som absurdo e outros aspectos técnicos que ganham atenção em seus devidos momentos. O uso do 3D poderia realmente criar ojeriza em certo ponto da trama, mas a cada seqüência, a noção de profundidade, de textura, cores e proximidade é testada por Cameron. Acredito que sem essa tecnologia, o filme perca boa parte de suas forças.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a estética é atraente o bastante para nos manter grudados à tela, o texto dá tropeços homéricos, pois não tem a clareza necessária para se justificar. O longa é guiado pelo padrão do cinema clássico, toma feições de uma interessante ficção científica, depois vira uma esmorecida aventura épica e se limita em revelar suas intenções de maneira bruta na última parte do longa, anulando metáforas e alusões. Sua narrativa é presa a clichês e saídas previsíveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Avatar </em>se porta como um filme de aventura. Mesmo que o romance esteja presente de maneira latente, poucos são os momentos que seus personagens respiram tranqüilidade. No meio do ritmo frenético onde provações, planos para dominar o (novo) mundo e animais destruidores dominam a tela, Cameron tem tempo para levantar a importância de cuidarmos de nosso planeta e alertar sobre a desenfreada avalanche digital que inevitavelmente criará a luta do homem contra a máquina, seja por depender dela para viver ou com o lixo eletrônico. O diretor toma o dom da profecia por vias óbvias e tropeça por alertar sob o princípio básico de seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Pandora – o planeta onde os Na´vi vivem- obtém a essência da natureza e sua força bruta, algo que os humanos têm destruído. Mesmo com o futuro pessimista, eles não estão ali por ela e sim pela ganância. E pelas crises e dilemas humanos, James Cameron achou a brecha perfeita para criar uma trama épica, demasiadamente prolongada, mas absurdamente atraente aos olhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1578" title="3star" src="http://www.cinemaorama.com/wp-content/uploads/2009/12/3star2.jpg" alt="3star" width="67" height="15" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong>AVATAR</strong> (Idem, EUA, 2009) <strong>Direção:</strong> James Cameron <strong>Roteiro:</strong> James Cameron <strong>Elenco: </strong>Sam Worthington, Zoe Saldana, Sigourney Weaver, Stephen Lang <strong>Duração:</strong> 162 min</span></p>
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