Crítica: Anoitecer
INDIE – MOSTRA DE CINEMA MUNDIAL
Remetente aos contemporâneos Quase Um Segredo (pela temática) e Simon Werner Desapareceu (fragmentando a história ao apresentar os personagens e cada perspectiva sobre o fato e também pela temática), Anoitecer apresenta uma teia de intrigas entre supostos amigos de colégio. Gradualmente, Hanro Smitsman (Skin) insere informações além da perspectiva que motiva uma espécie de thriller adolescente. Cada personagem tem sua psique desconstruída através de nuances, em cenas, em sua maioria, sem diálogos.
O guia narrativo é a sensação generalizada de rancor que o grupo carrega. Reféns do silêncio e da rotina, os personagens de Hanro são estereotipados, assim como o grosso do roteiro. Porém, o que reside nas intenções do diretor tem extrema complexidade maquiada de forma utópica – talvez o maior tropeço do filme.
A escolha de ser implícito compactua com o lado funcional – o thriller – mesmo com a clara carência de originalidade. Esta escolha ofusca toda força interna do filme, mas não traz problemas para seu desenvolvimento narrativo.
ANOITECER (Schemer, Holanda, 2010) Direção: Hanro Smitsman Roteiro: Anjet Daanje Elenco: Gaite Jansen, Robert de Hoog, Melody Klaver, Roos Netjes Duração: 89 min
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Tags: Crítica, Festivais e Mostras





Olá,
Vai sair crítica do Mãe e FIlha?
Grata.
Tatiana
Olá Tatiana,
Vai sim, provavelmente na semana que vem, ok?
Fico no aguardo, eu achei o melhor dos filmes brasileiros, no Indie 2011, um filme belo e denso. Adorei a sessão.
Tatiana
Não foi por acaso que o filme ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival do Ceará.
Em breve a crítica estará no ar!
To curiosa para ler!
Oi Tatiana, por conta da seleção do filme para o Festival do Rio, a crítica demorará mais um pouco para entrar no ar, ok? Continue visitando…
Enfim, a crítica de MÃE E FILHA: http://www.cinemaorama.com/2011/10/critica-mae-e-...