Queime Depois de Ler
É um filme que os atores lideram. Toda a preparação e dedicação deles, aliadas ao já merecido reconhecimento do público falam mais alto que a direção. Entre eles, John Malkovich como um cômico analista recém demetido da CIA. A sempre sensacional Frances McDormand como uma obcecada por sites de encontros pela internet e plásticas estéticas. George Clooney está bem, mas não consegue fugir muito de seus personagens cômicos do passado e o destaque fica para Brad Pitt, hilário. Este, aposta em uma veia mais cômica, utilizando linguagem corporal e frases de efeito, talvez o que mais pesa para o núcleo cômico do longa que fica em uma acadêmia de ginástica. É importante lembrar que todos estão em papéis submissos a suas vontades e em crise intensa, simplesmente deixando a beleza de cada ator por completo.
A história cerca Malkovich, que ao escrever suas memórias após ser demitido, grava em um CD, mas que é deixado na tal acadêmica de ginástica, deixada pela sua “querida” esposa. O paspalhão (Pitt) encontra o CD e uma chantagem nasce. Os interesses e os pontos fracos de todos estão expostos explícitamente e de maneira hilária.
Por mais que ele aposte em cair para o pastelão com Pitt, o humor do filme, no geral, é fino, mesmo se tratando de uma paródia, que por todo tempo está presente no roteiro. O filme mostra para o que veio e pronto, termina, não se perde em nenhum momento e nem enrola. Mas me deixou a sensação de que algo faltou. Vai ver era a expectativa. De qualquer maneira, o filme é exemplar e não fica devendo em nada para uma comédia. Realmente difícil não sair satisfeito da sala de cinema após assistir esse longa.
“Queime Depois de Ler” USA, 2008. De Coen Brothers com Brad Pitt, George Clooney, John Malkovich, Frances McDormand.
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Tags: Críticas, Festival do Rio 2008





Cara! Alguém leu meus posts =o -rsDesculpe perguntar, mais como você achou meu blog?Ah sim, eu procurei muito a Bíblia mas não é fácil vivê-la, eu sinto isso na pele na verdade eu sou Catequista na igreja. Não me sinto verdadeira quando tento viver aquilo, sou muito mais quando fecho os olhos e sinto que Deus tá me vendo em algum lugar.Eu estou tentando ficar bem, obrigada, são coisas de rockeiros mesmo, conviver com isso naturalmente não é fácil, você sabe como consolar os outros mais a si mesmo é complicado.Um beijo e obrigada pela atenção! ^^
Sim, é um ciclo mais vicioso do que o de Krebs! Mas acho que isso não deve ser somente dos rockeiros, só que por influências digamos "desconhecidas" somos a maioria. Nós enchergamos além, sentimos além, procuramos desesperadamente por algo mais as coisas desencaixam para te construir e você só sabe se destruir…agora sim, fim!
Pára tudo..Quero mto ver esse filme cara..