Rinha
Entre as drogas e confusão com as línguas e diálogos bobos, o longa se desenvolve com as rinhas e o esquemas que envolvem corrupção, blefe e vingança. Infelizmente o filme se aproxima demais com os citados filmes do diretor inglês Guy Ritchie e a inevitável alusão a Clube da Luta e a justa e engraçada homenagem á Rocky.
Por outro lado, fica impossível não se divertir com uma história tão dinâmica e uma montagem funcional, que usa o humor nas horas exatas para aliviar o peso das lutas e tem a duração exata para não cair no poço. A técnica é competente, comum. Sem ousadias, mas sem erros também. É uma pena que o filme tenha essa ambição e acaba soando como uma cópia de outros filmes internacionais.
“Rinha” Brasil, 2008. De Marcelo Galvão com Warley Santanna, Paola Oliveira, Elder Torres, Mayte Piragibe.
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Tags: Cinema Nacional, Críticas, Festival do Rio 2008, Mostra Indie 2008





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Antes de qualquer coisa, preciso que me responda:como você conseguiu dar nota 8 para Sinedoque Nova Iorque?Bom, tenho que admitir que ele tem lá seu mérito, pois me deixou prestando atenção nas mais de duas horas de filme, mesmo sem eu entender quase nenhuma metáfora (a casa pegando fogo, então…!)E não dá prá dar nota alta prum filme que eu não entendo… a idéia geral deu prá sacar, mas é muito pouco para tto tempo de filme.Se você conseguiu entender, poxa…meus parebéns… Mesmo!Vc chegou a publicar seus comentários sobre o filme?
o Kaufman tem essa obsessão por metalinguagem, mas talvez nesse filme ele tenha exagerado na dose, sei lá.prefiro adaptação, com certeza!
Anônimo, a casa pegando fogo eu entendi como o tempo parado para quem entrava nela, já que ela tinha sido "contaminada" pela nóia do personagem do Hoffman e assim, o fogo seria eterno…foi minha interpretação, é difícil ter certeza de qualquer coisa desse filme, mas eu gostei!abração.