Songs From the Second Floor
No geral é crítica ao modo de vida escolhido pelos humanos, que preferem a tragédia à viver, se fazem de coitados e culpam sempre os outros. Ou aqueles que quando nada acontece, culpa o mundo espiritual ou fogem de suas próprias guerras, isso tudo em cenas grotescas, chocantes, mas tratadas com uma delicadeza estética maravilhosa, com uma fotografia sensacional, locações que podem nos deixar acurralados ou com medo daquilo.
Ou apenas nossa busca por amor, nossos conflitos, nossa vulnerabilidade e necessidade de ternura. O filme foi baseado em um poema do peruano César Vallejo.
Os personagens não tem uma história de antes, agora e depois. Você uma situação específica, entende e depois vê a consequencia, torta e imperfeita. Um médico e sua amante, um grupo de empresários, um poeta, um taxista e sua esposa e um mágico sem talento e sua vítima, entre outras figuras.
Realmente este filme não é pra qualquer um, fora o roteiro que pode nos colocar em uma época apocalíptica em uma história linear, pode nos dar verdadeiros tapas na cara a cada corte não justificado, fora a ausência de som “artificial”, que deixa para nós a escolha da emoção que devemos ter.
Um filme como Songs From the Second Floor era necessário e por sorte foi feito pelo cinema suéco, que vem nos mostrando belas surpresas e também fica longe do paraíso cinematográfico, que poderia consumir o longa com olhos errados e tortos. Estes seis anos valeram e muito á pena.
“Songs From the Second Floor” Suécia, 2000. De Roy Anderson com Lars Nordh, Stefan Larsson, Lucio Vucina.






Sabe que tenho vontade de ver esse filme. Meu, sabe que filme eu vi ontem haha 'Meninamá.com'.. não gostei. Mas tenho medo da Ellen Page agora.
mtu bom esse filme Adorei