O Escafandro e a Borboleta
Por diversas vezes acompanhamos a saga de Jean através de uma câmera subjetiva, o que requer um trabalho maior para os atores, ou seja, procurar interagir com a câmera e com o espectador, não com o personagem apenas. Também podemos ouvir os pensamentos do editor e saber quando ele sofre, suas vontades e emoções.
Jean sofre de uma paralisía e o único movimento que ainda tem é de seu olho esquerdo. E minuciosamente, vemos ele aprendendo a se comunicar com um olho apenas e escrever um livro com ajuda de algumas pessoas. Nesse aprendizado repetitivo – que pode cansar a platéia – o andar do filme vai perdendo seu ritmo e beira o tédio.
É um filme tratado com muito cuidado, não só o roteiro e diálogos, mas o seu lado estético também, sempre buscando paisagens, cores, objetos e figurinos que possam colorir uma história tão triste, mas que qualquer um pode passar. E a luta de Jean para se livrar do Escafandro e virar uma Borboleta não demorou muito para acabar.
“O Escafandro e a Borboleta” França, 2007. De Julian Schnabel com Mathieu Almaric, Emmanuelle Seigner, Patrick Chesnais e Anne Consigny.
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Tags: Críticas






Não tenho palavras pra esse filme. Lembro de 'Mar Adentro', mas são estilos diferentes. Eu simplesmente AMO 'O Escafandro e a Borboleta'.Sem contar o título do filme, genial.
Já vi algumas partes desse filme (sempre pego no meio) : /, mas pelo q eu vi, parece lindo!Merece mais da minha atenção… hehe…; *